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	<title>Ateliê Editorial &#8211; Resumo de Livro</title>
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		<title>Memórias Póstumas de Brás Cubas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 00:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Ateliê Editorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Machado de Assis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro que possivelmente se mostra diferente para cada leitor. A proximidade da morte transformou Brás Cubas, e são suas ideias e sentimentos sobre esse momento da vida que são as melhores passagens desse livro. Um livro que jamais se encerrará em qualquer resenha.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/30G0qit" target="_blank" rel="noopener">Memórias Póstumas de Brás Cubas</a></strong> <br /><strong>Autor</strong>: Machado de Assis <br /><strong>Editora</strong>: Ateliê Editorial <br /><strong>Páginas</strong>: 309</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <strong><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em></strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Livro publicado em 1881, <strong><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em></strong> é um marco na literatura brasileira. Críticos e historiadores literários consideram essa obra como o marco do Realismo nacional. A narrativa não é linear para retratar a cidade do Rio de Janeiro do final do século XIX com ironia, pessimismo e indiferença. O autor mantém traços de seu estilo literário, contudo, também aproveita um novo estilo para criticar a escravidão, o cientificismo, as classes sociais e até mesmo uma sátira ao darwinismo social, através da pretensa filosofia do <em>Humanitismo</em>, que será desenvolvida posteriormente no livro <em>Quincas Borba</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro é considerado uma das obras mais revolucionárias e inovadoras da literatura nacional, traduzido para diversos idiomas, que influenciou, e influencia até hoje, inúmeros autores nacionais e internacionais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Usualmente, quando perdia o sono, o bater da pêndula fazia-me muito mal; esse tique-taque soturno, vagaroso e seco parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida. Imaginava então um velho diabo, sentado entre dois sacos, o da vida e o da morte, a tirar as moedas da vida para dá-las à morte e a contá-las assim:<br />&#8211; Outra de menos&#8230;<br />&#8211; Outra de menos&#8230;&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><strong><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas </em></strong>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">O personagem principal é Brás Cubas. Um membro da elite carioca do final do século XIX que, após a sua morte, se dispõe a escrever uma autobiografia. Ele próprio se intitula um &#8216;defunto autor&#8217;. Brás Cubas tenta traçar uma história de sua vida, revendo e revisitando os principais acontecimento de sua trajetória. A sua infância foi abastada, se comparada com tantas outras, e já se antevia um futuro promissor. Brás Cubas podia fazer tudo e apesar de pedir perdão pelos pecados antes do café da manhã e após a janta, cometia todo tipo de abusos e brincadeiras entre esses momentos. Mas a juventude trouxe o verdadeiro motivo da atenção de Brás Cubas: as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro amor de Brás Cubas é Marcela. Prostituta de luxo que cobrava de Brás Cubas atenção e presentes caros. Uma paixão efêmera que durou &#8220;quinze meses e onze contos de réis.&#8221; Para salvaguardar as economias da família, Brás Cubas foi enviado para estudar em Coimbra, onde se formou em Direito e deu vazão aos seus desejos juvenis nas noites portuguesas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vós que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que tem honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói a natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em seu retorno, Brás Cubas iniciou um romance com a filha de uma criada, mas que logo foi afastada do caminho de Brás Cubas por ser coxa. Novamente, a vida de Brás Cubas sofreu uma intervenção da família. O pai, com o desejo de iniciar o filho na vida política do país, arranjou o casamento com Virgília, filha do Conselheiro Dutra, que apadrinharia o futuro genro. Porém, o noivado terminou sem a consumação do casamento. Virgília casou-se com o político Lobo Neves e Brás Cubas ficou novamente solteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O tempo passou e Brás Cubas encontrou-se novamente com Virgília, e o sentimento morno do noivado deu lugar uma paixão avassaladora. Virgília e Brás Cubas amavam-se verdadeiramente e nada poderia atrapalhar o furor daquela paixão. Brás Cubas conseguiu alugar uma casa para poder encontrar-se com Virgília e juntos passaram muitas e muitas tardes acaloradas. O relacionamento entre os dois foi o mais longínquo na vida de Brás Cubas, amaram-se verdadeiramente, apesar da proibição e dos segredos que precisavam guardar. Mas como tudo na vida, acabou. Brás Cubas então voltou para o seio da sociedade carioca da segunda metade do século XIX e chegou mesmo a alcançar cargos de grande vulto na política, até que se reencontrou com um grande amigo: Quincas Borba.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;E aliás, gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto que induz o homem a arrancar à morte um farrapo a menos da sombra que passou. Daí vem, talvez, a tristeza inconsolável dos que sabem os seus mortos na vala comum. parece-lhes que a podridão anônima os alcança a eles mesmos.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quincas Borba mostrou a Brás Cubas o <em>Humanitismo</em>, uma filosofia de vida nova. A substância da qual emanam e para qual convergem todas as coisas. O <em>Humanitismo</em> se proclamava a única verdade. E essa verdade encontrou terreno fértil nos pensamentos de Brás Cubas. Aos poucos o personagem principal adquiriu a consciência da vida que a idade avançada proporciona. Se manteve solteiro, apesar de ter sido um amante inveterado durante toda a vida. Decidiu criar o &#8220;emplasto Brás Cubas&#8221;, um remédio que curaria todas as doenças. Ironicamente, numa de suas saídas à rua para cuidar de seu projeto, molhou-se na chuva e pegou uma pneumonia, da qual veio a falecer, aos 64 anos.</p>
<h4><strong><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas </em></strong>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Revendo antigos amores e revivendo antigos pensamentos, Brás Cubas se encontrou com a morte e o livro fechou seu ciclo. Conhecemos assim a Gênese e o Apocalipse de Brás Cubas e é possível começar de novo e de novo até que todos os seus sentidos sejam entendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um livro que possivelmente se mostra diferente para cada leitor. A proximidade da morte transformou Brás Cubas, e são suas ideias e sentimentos sobre esse momento da vida, que são as melhores passagens desse livro. Um livro que jamais se encerrará em qualquer resenha.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás ínfimo, porque o maior defeito desse livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem&#8230;&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Indico o filme baseado no livro <em><strong><a href="https://filmow.com/memorias-postumas-t2900/" target="_blank" rel="noopener">Memórias Póstumas de Brás Cubas</a></strong></em>, de 2001</p>
<p>De Machado de Assis já publicamos:</p>
<ul>
<li><em><strong><a href="https://resumodelivro.net/o-alienista/">O Alienista</a> </strong></em></li>
<li><em><strong><a href="https://resumodelivro.net/memorial-de-aires/" target="_blank" rel="noopener">Memorial de Aires</a> </strong></em></li>
<li><em><strong><a href="https://resumodelivro.net/dom-casmurro/" target="_blank" rel="noopener">Dom Casmurro</a></strong></em></li>
</ul>
<p>Acompanhe o blog também no <a href="https://www.instagram.com/resumodelivro_/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a><a href="https://www.instagram.com/resumodelivro_/" target="_blank" rel="noopener">,</a> <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100093607328573" target="_blank" rel="noopener">Facebook,</a> <a href="https://www.youtube.com/channel/UCxeLUaOXPrIlLIeIp7e6SmA" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/6t0JcG3UYd1aFNKwUcD34K" target="_blank" rel="noopener">Spotify</a></p>
<p><!-- /wp:post-content --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify;">Se você chegou até aqui e gostou da resenha, adquira a obra através do link abaixo e apoie o Resumo de Livro.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong><a href="https://amzn.to/30G0qit" target="_blank" rel="noopener">Memórias Póstumas de Brás Cubas</a></strong></h3>
<p>Até a próxima!</p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net/memorias-postumas-de-bras-cubas/">Memórias Póstumas de Brás Cubas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net">Resumo de Livro</a>.</p>
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