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	<title>História do Brasil &#8211; Resumo de Livro</title>
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	<title>História do Brasil &#8211; Resumo de Livro</title>
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		<title>1889</title>
		<link>https://resumodelivro.net/1889-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1889]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Globo Livros]]></category>
		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Laurentino Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República do Brasil. Em 1889, Laurentino Gomes nos conta em pormenores um fato de grande importância histórica: a Proclamação da República.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3ZoNWxI" target="_blank" rel="noopener"><strong>1889</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Laurentino Gomes<br /><strong>Editora</strong>: Globo Livros<br /><strong>Páginas</strong>: 415</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>1889</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República do Brasil. Em 1889, Laurentino Gomes nos conta em pormenores um fato de grande importância histórica: a Proclamação da República. Através da escola, sabemos o dia do evento, quem foram os principais atores responsáveis e as consequências das ações perpetradas naquele dia. Mas assim como diversos outros fatos da História do Brasil, não conhecemos de fato as motivações e todos os envolvidos. </p>
<h4><em>1889 </em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">O autor nos mostra um panorama sobre os diversos fatores que contribuíram para a queda da Monarquia. Entre eles, a saúde de Dom Pedro II é uma parte importante. É inegável que Dom Pedro II estava senil e doente. Sofrendo de diabetes, o Imperador quase não aparecia em público e não tinha mais o vigor de comandar um país de dimensões continentais. A sucessão de seus gabinetes, antes dividida entre conservadores e liberais, foi quebrada com a nomeação de políticos conservadores sucessivos durante a década de 1880. Além disso, temia-se que a Princesa Isabel, primeira na linha de sucessão, não tivesse a força necessária para governar. O medo aumentava quando olhava-se para seu marido, Conde D&#8217;Eu, um estrangeiro sem manejo político.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator decisivo para a proclamação da República foi a Guerra do Paraguai. O início do conflito mostrou o despreparo do Exército brasileiro. Durante o combate, a Monarquia necessitou de diversos empréstimos, pegos com nações estrangeiras, para equipar as tropas. Isso trouxe o aumento da dívida externa brasileira, que já se encontrava em números alarmantes. Além disso, a vitória esmagadora das forças brasileiras ao término da guerra teve como saldo o fortalecimento da instituição Exército e principalmente de seus oficiais. Novas escolas militares foram abertas e estas começaram a reunir um oficialato jovem e liberal, muito distante da velha e emperrada Monarquia.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na campanha abolicionista havia doios Brasis em confronto. O primeiro, o dos defensores do fim da escravidão, era representado pelos advogados, professores, médicos, jornalistas e outras profissões urbanas &#8211; um país que frequentava escolas, atualizava-se pelos jornais, reunia-se nos cafés para discutir ideias e novidades do século XIX. O outro Brasil era o dos fazendeiros, ainda muito parecido com o da época da colônia &#8211; agrários, isolado, analfabeto, sem comunicações e conservador.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O Brasil do final do século XIX ainda era um país agrário, mas ao invés da cultura da cana de açúcar no Nordeste, imperava o cultivo de café, no oeste paulista e principalmente no Vale do Paraíba, entre Rio de Janeiro e São Paulo. O café brasileiro era majoritariamente cultivado com braço escravo. Como um dos pilares econômicos do país era a exportação do café, é natural pensar que a abolição da escravidão não era vista com bons olhos pelos barões do café. Mas a situação era tão insustentável socialmente que não havia mais como adiar o fim da abominável escravidão. A abolição foi assinada em 1888 trouxe novamente prestígios social à Monarquia, com a Princesa Isabel elevada à qualidade de redentora da nação.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, tirou da monarquia a sua sustentação mais sólida: os grandes cafeicultores do Vale do Paraíba. Quando a situação da Monarquia se mostrou insustentável, e a iminente revolução batia à porta, foi fácil para os grande cafeicultores mudarem de lado e se tornarem republicanos. Os barões do café logo perceberam que era inútil lutar contra a escravidão, mas era natural, no entendimento deles, que fossem compensados financeiramente por perderem a mão de obra.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A construção desse país dos sonhos estava confiada a uma aristocracia relativamente pequena, que mandava seus filhos para estudar na França e na Inglaterra, tinha contato com as ideias liberais discutidas em universidades europeias, mas tirava sua riqueza da exploração da mão de obra cativa e do latifúndio.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Era grande a movimentação nas escolas militares, nos jornais liberais e nos círculos políticos cada vez mais próximos do Imperador. O castelo monárquico começava a ruir. Os republicanos já haviam organizado a nova república, sempre com o apoio fundamental do Exército, a quem de fato caberia a tomada do poder. Mas faltava um nome forte para liderar as tropas republicanas. Encontraram no velho Marechal Deodoro da Fonseca a pessoas certa. Velho, doente e em final de carreira, Deodoro da Fonseca em nada parecia com o altivo general das pinturas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante lembrar que Deodoro não era republicano. Ele aceitou tomar frente do movimento pois acreditava que o país estava de mal a pior com o gabinete que então estava no poder. Segundo seus biógrafos, o Marechal tinha como intenção depor o gabinete e pressionar o Imperador a abdicar em favor de sua filha, a Princesa Isabel que, mais jovem e com mais vigor, saberia encaminhar uma saída para a crise política vigente. Somente quando soube que o Imperador havia convocado um adversário de Deodoro para assumir o governo provisório é que o Marechal mudou de lado e se tornou um defensor da República, assinando o documento que oficialmente colocava fim à monarquia e o instituía presidente interino do Brasil.</p>
<h4><em>1889 </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Ao Imperador e a família real foi dada uma ordem de que teriam 24 horas para saírem do país. No início da madrugada do dia 16 de novembro de 1889, uma pequena comitiva foi avistada no porto do Rio de Janeiro, de uma das suas carruagens desceu um senhor vestido de preto, carregando uma pequena mala: era Dom Pedro II, que a partir daquele dia nunca mais pisaria em solo brasileiro com vida. </p>
<p style="text-align: justify;">A República do Brasil nasceu sob a égide da espada. Somos uma República que nasceu de farda. Depois de proclamada, pouca coisa mudou em relação à Monarquia, principalmente politica e socialmente. Os favores, o coronelismo, a venda de títulos nobiliárquicos, os acordos excusos e o jeitinho para levar vantagem em tudo, continuaram, e continuam até os dias atuais. Por mais incrível que pareça, hoje, vivemos o maior período democrático em toda a história do país. Mas sempre temos o fantasma do fascismo e da ditadura a nos espreitar nas esquinas da história. </p>
<p>Esse livro é uma aula de História do Brasil. A verdadeira História.</p>
<p>De Laurentino Gomes já publicamos:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://resumodelivro.net/1822-2/" target="_blank" rel="noopener">1822</a></strong></li>
</ul>
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		<title>1789 &#8211; A Inconfidência Mineira</title>
		<link>https://resumodelivro.net/1789-a-inconfidencia-mineira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1789 - A Inconfidência Mineira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Excalibur]]></category>
		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inconfidência Mineira]]></category>
		<category><![CDATA[José Martino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história da inconfidência mineira é um tema ainda controverso na História do Brasil. Controverso pois não existe unanimidade entre os estudiosos sobre os verdadeiros papeis desempenhados pelos participantes e muito menos um consenso acerca das suas motivações.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3WXd64R" target="_blank" rel="noopener">1789 &#8211; A Inconfidência Mineira </a></strong><br /><strong>Autor</strong>: José Martino<br /><strong>Editora</strong>: Excalibur<br /><strong>Páginas</strong>: 315</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>1789 &#8211; A Inconfidência Mineira</em></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>1789 &#8211; A Inconfidência Mineira</em></strong> tem o objetivo de apresentar um importante fato da História do Brasil através de duas perspectivas. A primeira é contextualizando o movimento inconfidente dentro das relações entre Portugal e Espanha no final do século XVIII, e portanto, detalhando as principais características dos personagens envolvidos, direta e indiretamente, no movimento. A outra perspectiva traz ao leitor o ambiente onde tudo ocorreu. Assim, temas como vestuário, lazer, alimentação, finanças, são detalhados para trazer uma ambientação da capitania de Minas Gerais do final do século XVII.</p>
<h4><em>1789 &#8211; A Inconfidência Mineira</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando o ouro foi descoberto na região de Minas Gerais, a princípio pelos bandeirantes paulistas, houve um fluxo enorme de pessoas para a região em busca de riqueza. Estamos no início do século XVIII e a atual região de Minas Gerais fazia parte da Capitania de São Paulo. Em uma época onde o ouro era a maior riqueza em circulação, é fácil imaginar o que essa descoberta gerou.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram tantas pessoas que se dirigiram para Minas que a Coroa portuguesa precisou baixar um decreto proibindo que portugueses embarcassem para o Brasil para esse fim. Além de estabelecer postos de controle nos caminhos que levavam à Minas para controlar o volume de pessoas que se movimentavam naquela direção.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A nova lei estabelecia uma cota mínima a ser paga por ano: cem arrobas de ouro. Caso este valor não fosse atingido, a Coroa lançava a Derrama, uma contribuição coletiva, rateada entre todos os moradores da capitania, mineradores ou não, para cobrir os prejuízos do rei.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com as minas de ouro cada vez produzindo mais, aumentou o números de habitantes e como consequência o número de cidades. Na mesma medida aumentou a quantidade dos impostos reais cobrados sobre os habitantes de Minas. A região alcançou tanta importância que a Coroa alçou a região à capitania e estabeleceu caminhos oficiais para escoar a produção aurífera para Portugal. Portugal aumentou o controle estabelecendo o seu aparato burocrático e militar na capitania. Surgiam os regimentos reais, casas de fundição, ouvidoria real e todo aparato político.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso fez crescer em Minas uma elite abastada financeira e intelectualmente. Vários homens retornavam à Minas após terem se formado na Universidade de Coimbra, com acesso a informações que se tornaram fundamentais para o movimento inconfidente. Contudo, sendo um elemento natural finito, a produção de ouro começou a decair a partir da metade do século XVIII. Em contrapartida, a Coroa cada vez cobrava mais impostos, usurpando todos os habitantes da capitania. Com os seus interesses pessoais e financeiros em jogo, naturalmente os mais inteligentes logo se uniram em torno dos ideais de liberdade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A verdade era uma só. Em meados do século XVIII, com o natural esgotamento das lavras, a capitania das Minas passou a sentir mais intensamente todas as restrições impostas pela Coroa.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O que os unia era a necessidade de diminuir suas dívidas com a Coroa portuguesa. Estavam diretamente envolvidos: militares de alta patente, como Domingos de Abreu Vieira, ricos fazendeiros e donos de minas de ouro, como Francisco de Oliveira Lopes, ricos contratantes, como João Rodrigues de Macedo, advogados e poetas, como Claudio Manoel da Costa e Alvarenga Peixoto, o ex-ouvidor da capitania Tomáz Antonio Gonzaga e militares de baixa patente, como Tiradentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento teria início quando o governo decretasse a Derrama (imposto que recaía sobre todos os habitantes para pagar a diferença entre a produção de ouro e a quantidade de 100 arrobas). Com medo do que poderia acontecer, e para salvar a própria pele, alguns inconfidentes delataram o movimento ao Visconde de Barbacena, então governador da capitania. Barbacena logo mandou prender os acusados e os enviou para o Rio de Janeiro. </p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Sabendo dos boatos que corriam na cidade a respeito do levante, Barbacena decide suspender a derrama. Isto foi o tiro de misericórdia no movimento inconfidente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na capital da colônia os acusados sofreram extensos interrogatórios e torturas. O que ficou relatado nos Autos da Devassa (processo aberto pela Coroa), foi que após vários interrogatórios Tiradentes assumiu toda a culpa do movimento. Após 3 anos das prisões, e com todos sendo condenados à morte pelo crime de lesa-majestade, uma nova sentença foi proferida: os réus civis e militares seriam enviados em degredo perpétuo para as colônias portuguesas na África, os clérigos seriam enviados para Portugal, e somente Tiradentes seria morto por forca, para servir de exemplo aos demais súditos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tiradentes morreu no dia 21 de abril de 1792. Foi esquartejado e teve partes de seu corpo penduradas ao longo da estrada entre Rio de Janeiro e Vila Rica. Sua cabeça ficou exposta na praça principal de Vila Rica. Sua casa foi destruída e o terreno salgado para que nada mais crescesse ali.</p>
<h4><em>1789 &#8211; A Inconfidência Mineira </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">A história da inconfidência mineira é um tema ainda controverso na História do Brasil. Controverso pois não existe unanimidade entre os estudiosos sobre os verdadeiros papeis desempenhados pelos participantes e muito menos um consenso acerca das suas motivações. A principal fonte histórica é o registro do processo que a Coroa portuguesa abriu para julgar e punir os sediosos, a Devassa. Mas a versão oficial dos vencedores não deve ser usada como fonte única para análise de algum evento histórico. Ficamos com as suposições e as visões românticas que permeiam o imaginário brasileiro há mais de 200 anos.</p>
<p>Indico o filme <em><strong><a href="https://filmow.com/inconfidencia-mineira-t295283/" target="_blank" rel="noopener">Inconfidência Mineira</a></strong></em>, de 1948.</p>
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