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	<title>História &#8211; Resumo de Livro</title>
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	<description>Um blog sobre livros</description>
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	<title>História &#8211; Resumo de Livro</title>
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		<title>Gulag</title>
		<link>https://resumodelivro.net/gulag/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 14:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Applebaum]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Gulag]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro é um relato detalhado de toda a história e todos os pormenores do complexo e enorme sistema de campos de concentração e extermínio soviéticos. Assombra pela riqueza de detalhes, e mais ainda pela transparência com que descreve os horrores sofridos por milhões de soviéticos e estrangeiros nos campos da morte soviéticos durante o século XX.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3Z2ilQu" target="_blank" rel="noopener">Gulag</a></strong>
<strong>Autora</strong>: Anne Applebaum
<strong>Editora</strong>: Debate
<strong>Páginas</strong>: 980</p>

<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Gulag</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando pensamos em deportações em massa, extermínio de inimigos, indústria da morte e campos de concentração, é natural que a imagem dos campos de concentração nazista seja a única que venha à nossa mente. Porém, o que esse livro mostra é que muito antes da máquina da morte do nazismo entrar em funcionamento, já existia uma complexa e vasta organização de campos de concentração espalhadas por toda a União Soviética. Além disso, apesar de ser impensável, essa estrutura perdurou até muito tempo depois dos horrores da Segunda Guerra Mundial</p>

<h4><em>Gulag</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Já existiam campos de trabalhos forçados na Rússia Czarista, para onde os indesejados e inimigos do Czar eram enviados para cumprir suas penas. Com a Revolução Russa de 1918, e os expurgos que se seguiram na esteira da Revolução, o número de inimigos aumentou de forma exponencial. As prisões comuns já não davam conta do grande fluxo de pessoas que diariamente eram julgadas e enviadas para esses locais. Logo, o alto comando soviético resolveu não apenas manter em funcionamento os campos de trabalho czaristas, como aumentar e expandir para todo o território.</p>
<p style="text-align: justify;">A princípio as áreas próximas à Leningrado e à Moscou foram as primeiras a receberem esse tipo de estrutura. Os primeiros presos do regime comunistas foram, em sua maioria pessoas que eram contra os rumos da Revolução, mas esse contingente logo seria ampliado para qualquer um que estivesse sob o espectro de crimes de &#8220;subversão&#8221; ou &#8220;sabotagem&#8221;. Na prática, bastava que o indivíduo figurasse em alguma lista de indesejados, para o regime ou para os comandantes, para ser acusado de algum desses crimes.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A palavra Gulag é um acrônimo de Glavnoe Upravlenie Lagerei, ou Administração Central dos Campos. Com o tempo, passou também a indicar não só a administração dos campos de concentração, mas também o próprio sistema soviético de trabalho escravo, em todas as suas formas e variedades.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento vertiginoso de capturados, o alto escalão soviético iniciou o processo de expansão dos campos, agora já chamados de Gulag. Desde às planícies desérticas da Ásia Central, até os campos mineiros do extremo oriente, passando pelos campos da Sibéria, no ápice de funcionamento do Gulag, havia um campo de trabalhos forçados para cada um dos 12 fusos horários da União Soviética. Os presos não eram separados, então presos por crimes comuns, como assassinato, eram colocados juntos de especialistas, como engenheiros e médicos, que haviam sido presos por &#8220;sabotagem&#8221;. Além disso, mulheres, crianças e idosos tampouco escapavam da máquina da morte soviética.</p>
<p style="text-align: justify;">Como as distâncias entre Moscou e Leningrado e os campos eram enormes, e as estradas de ferro precárias, o sofrimento dos presos começava logo na viagem. Sem receberem comida e água, sendo transportados em vagões para gado, durante uma viagem que durava de semanas a meses, muitos morriam de inanição ou de disenteria. As longas paradas nas estações durante as viagens só aumentava o sofrimento dos presos, que tinham que conviver com a fome, com a sede e com o frio.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Gulag tinha suas próprias leis, seus próprios costumes, sua própria moralidade, até sua própria gíria. Gerou sua própria literatura, seus próprios vilões, seus próprios heróis e deixou sua marca em todos os que passaram por ele, fosse como presos, fosse como guardas.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quando chegavam ao Gulag, muitos deles ainda passavam por interrogatórios e longas sessões de tortura. Eram encarcerados em celas apinhadas que não possuíam qualquer estrutura básica. Os campos foram criados em regiões próximas à grandes áreas de exploração. Assim, os campos da Sibéria serviam para a extração de madeira e pescado, os campos do oriente e da Ásia central eram próximos às minas. Dessa forma, o Gulag adquiria duas importâncias para o regime de Stálin. Serviam como prisão e desterro para indesejados e inimigos do Estado. E também serviam para suprir o governo com itens de grandeza básica, como madeira, carvão e metais preciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">A autora conseguiu juntar, ao longo de anos de pesquisa, e graças à abertura política com o fim da União Soviética, milhares de relatórios, listas de prisioneiros, decisões de julgamentos, e todos os tipos de documentos que comprovam, não apenas a existência dos Gulag, como a participação ativa de membros do alto escalão do Estado soviético nas decisões que levaram milhões de pessoas à morte. Anne também teve acesso a centenas de pesquisas que foram feitas e que continham depoimentos de sobreviventes. Ela mesmo fez dezenas de entrevistas. Esses relatos servem para aprofundar as denuncias contra o Estado soviético e o seu planejamento em matar milhões de pessoas nos campos de concentração.</p>

<h4><em>Gulag</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Conforme o Estado soviético colapsava, os campos de concentração também se aproximavam de seu fim. O Gulag terminou quando a União Soviética ruiu. Atualmente existem comissões para rever os erros cometidos. Sem dúvida, o objetivo é encerrar a discussão sobre o passado, apaziguar as vítimas, e evitar uma investigação mais profunda das causas do stalinismo e de seu legado. Agora, o Gulag são parte de uma história distante, e os poucos que lembram da história preferem manter o silêncio.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desde os primeiros dias do Estado soviético, as pessoas seriam condenadas a cumprir pena não pelo que fizessem, mas pelo que fossem.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O livro é um relato detalhado de toda a história e todos os pormenores do complexo e enorme sistema de campos de concentração e extermínio soviéticos. Assombra pela riqueza de detalhes, e mais ainda pela transparência com que descreve os horrores sofridos por milhões de soviéticos e estrangeiros nos campos da morte soviéticos durante o século XX. Impossível não se revoltar com tanta falta de humanidade. Um livro forte, angustiante, porém extremamente necessário para quebrar alguns paradigmas em relação ao comunismo.</p>
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		<title>1889</title>
		<link>https://resumodelivro.net/1889-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1889]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Globo Livros]]></category>
		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Laurentino Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República do Brasil. Em 1889, Laurentino Gomes nos conta em pormenores um fato de grande importância histórica: a Proclamação da República.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3ZoNWxI" target="_blank" rel="noopener"><strong>1889</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Laurentino Gomes<br /><strong>Editora</strong>: Globo Livros<br /><strong>Páginas</strong>: 415</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>1889</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República do Brasil. Em 1889, Laurentino Gomes nos conta em pormenores um fato de grande importância histórica: a Proclamação da República. Através da escola, sabemos o dia do evento, quem foram os principais atores responsáveis e as consequências das ações perpetradas naquele dia. Mas assim como diversos outros fatos da História do Brasil, não conhecemos de fato as motivações e todos os envolvidos. </p>
<h4><em>1889 </em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">O autor nos mostra um panorama sobre os diversos fatores que contribuíram para a queda da Monarquia. Entre eles, a saúde de Dom Pedro II é uma parte importante. É inegável que Dom Pedro II estava senil e doente. Sofrendo de diabetes, o Imperador quase não aparecia em público e não tinha mais o vigor de comandar um país de dimensões continentais. A sucessão de seus gabinetes, antes dividida entre conservadores e liberais, foi quebrada com a nomeação de políticos conservadores sucessivos durante a década de 1880. Além disso, temia-se que a Princesa Isabel, primeira na linha de sucessão, não tivesse a força necessária para governar. O medo aumentava quando olhava-se para seu marido, Conde D&#8217;Eu, um estrangeiro sem manejo político.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator decisivo para a proclamação da República foi a Guerra do Paraguai. O início do conflito mostrou o despreparo do Exército brasileiro. Durante o combate, a Monarquia necessitou de diversos empréstimos, pegos com nações estrangeiras, para equipar as tropas. Isso trouxe o aumento da dívida externa brasileira, que já se encontrava em números alarmantes. Além disso, a vitória esmagadora das forças brasileiras ao término da guerra teve como saldo o fortalecimento da instituição Exército e principalmente de seus oficiais. Novas escolas militares foram abertas e estas começaram a reunir um oficialato jovem e liberal, muito distante da velha e emperrada Monarquia.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na campanha abolicionista havia doios Brasis em confronto. O primeiro, o dos defensores do fim da escravidão, era representado pelos advogados, professores, médicos, jornalistas e outras profissões urbanas &#8211; um país que frequentava escolas, atualizava-se pelos jornais, reunia-se nos cafés para discutir ideias e novidades do século XIX. O outro Brasil era o dos fazendeiros, ainda muito parecido com o da época da colônia &#8211; agrários, isolado, analfabeto, sem comunicações e conservador.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O Brasil do final do século XIX ainda era um país agrário, mas ao invés da cultura da cana de açúcar no Nordeste, imperava o cultivo de café, no oeste paulista e principalmente no Vale do Paraíba, entre Rio de Janeiro e São Paulo. O café brasileiro era majoritariamente cultivado com braço escravo. Como um dos pilares econômicos do país era a exportação do café, é natural pensar que a abolição da escravidão não era vista com bons olhos pelos barões do café. Mas a situação era tão insustentável socialmente que não havia mais como adiar o fim da abominável escravidão. A abolição foi assinada em 1888 trouxe novamente prestígios social à Monarquia, com a Princesa Isabel elevada à qualidade de redentora da nação.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, tirou da monarquia a sua sustentação mais sólida: os grandes cafeicultores do Vale do Paraíba. Quando a situação da Monarquia se mostrou insustentável, e a iminente revolução batia à porta, foi fácil para os grande cafeicultores mudarem de lado e se tornarem republicanos. Os barões do café logo perceberam que era inútil lutar contra a escravidão, mas era natural, no entendimento deles, que fossem compensados financeiramente por perderem a mão de obra.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A construção desse país dos sonhos estava confiada a uma aristocracia relativamente pequena, que mandava seus filhos para estudar na França e na Inglaterra, tinha contato com as ideias liberais discutidas em universidades europeias, mas tirava sua riqueza da exploração da mão de obra cativa e do latifúndio.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Era grande a movimentação nas escolas militares, nos jornais liberais e nos círculos políticos cada vez mais próximos do Imperador. O castelo monárquico começava a ruir. Os republicanos já haviam organizado a nova república, sempre com o apoio fundamental do Exército, a quem de fato caberia a tomada do poder. Mas faltava um nome forte para liderar as tropas republicanas. Encontraram no velho Marechal Deodoro da Fonseca a pessoas certa. Velho, doente e em final de carreira, Deodoro da Fonseca em nada parecia com o altivo general das pinturas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante lembrar que Deodoro não era republicano. Ele aceitou tomar frente do movimento pois acreditava que o país estava de mal a pior com o gabinete que então estava no poder. Segundo seus biógrafos, o Marechal tinha como intenção depor o gabinete e pressionar o Imperador a abdicar em favor de sua filha, a Princesa Isabel que, mais jovem e com mais vigor, saberia encaminhar uma saída para a crise política vigente. Somente quando soube que o Imperador havia convocado um adversário de Deodoro para assumir o governo provisório é que o Marechal mudou de lado e se tornou um defensor da República, assinando o documento que oficialmente colocava fim à monarquia e o instituía presidente interino do Brasil.</p>
<h4><em>1889 </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Ao Imperador e a família real foi dada uma ordem de que teriam 24 horas para saírem do país. No início da madrugada do dia 16 de novembro de 1889, uma pequena comitiva foi avistada no porto do Rio de Janeiro, de uma das suas carruagens desceu um senhor vestido de preto, carregando uma pequena mala: era Dom Pedro II, que a partir daquele dia nunca mais pisaria em solo brasileiro com vida. </p>
<p style="text-align: justify;">A República do Brasil nasceu sob a égide da espada. Somos uma República que nasceu de farda. Depois de proclamada, pouca coisa mudou em relação à Monarquia, principalmente politica e socialmente. Os favores, o coronelismo, a venda de títulos nobiliárquicos, os acordos excusos e o jeitinho para levar vantagem em tudo, continuaram, e continuam até os dias atuais. Por mais incrível que pareça, hoje, vivemos o maior período democrático em toda a história do país. Mas sempre temos o fantasma do fascismo e da ditadura a nos espreitar nas esquinas da história. </p>
<p>Esse livro é uma aula de História do Brasil. A verdadeira História.</p>
<p>De Laurentino Gomes já publicamos:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://resumodelivro.net/1822-2/" target="_blank" rel="noopener">1822</a></strong></li>
</ul>
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		<title>César</title>
		<link>https://resumodelivro.net/cesar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Massie]]></category>
		<category><![CDATA[César]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Ediouro]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Império Romano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelas suas participações fundamentais nas Guerras Gálicas e na Guerra Civil Romana, Décimo Bruto ganhou a simpatia de César, se tornando um de seus mais íntimos confidentes. O livro inicia em 45 a.C., quando termina a Guerra Civil entre César e Pompeu, com o primeiro sagrando-se vencedor e se tornando um ditador. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/4eEdGeN" target="_blank" rel="noopener"><strong>César</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Allan Massie<br /><strong>Editora</strong>: Ediouro<br /><strong>Páginas</strong>: 302</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>César</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Júlio César foi um dos mais famosos políticos e generais romanos. Como membro do primeiro triunvirato, César liderou os exércitos romanos nas Guerras Gálicas, quando Roma invadiu e dominou a região que atualmente faz parte da Suíça, França, Bélgica e Alemanha. César ficou famoso pela sua coragem no campo de batalha e pelo domínio psicológico com o qual tratava seus adversários políticos. Após uma guerra civil, em 49 a.C., quando derrotou Pompeu, César se tornou um ditador, impondo pela força sua vontade política. Em 44 a.C., aliados e adversários políticos engendraram uma conspiração para assassinar César, entre os conspiradores estava Décimo Júnio Bruto Albino, um de seus mais leais generais. Esse livro conta uma história ficcional, como se fossem as memórias de Décimo Bruto.</p>
<h4><em>César</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Décimo Júnio Bruto Albino foi um general e político romano do final do período Republicano de Roma. Pelas suas participações fundamentais nas Guerras Gálicas e na Guerra Civil Romana, Décimo Bruto ganhou a simpatia de César, se tornando um de seus mais íntimos confidentes. O livro inicia em 45 a.C., quando termina a Guerra Civil entre César e Pompeu, com o primeiro sagrando-se vencedor e se tornando um ditador. </p>
<p style="text-align: justify;">Conhecemos então os sentimentos de devoção e amizade que permeiam a relação de Décimo Bruto e César. Para Décimo Bruto, César não era apenas o comandante dos exércitos vitoriosos na Gália, ou o hábil líder que derrotara Pompeu e trouxera a paz novamente para Roma. César era um semi-deus, que conhecia a natureza humana e sabia como fazer as pessoas mudarem de opinião para concordarem com ele. César sabia como ninguém o poder da dissuasão, através da oratória e da influência que exercia.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O charme de César, o famoso charme de César&#8230; Ele tinha o hábito de passar o braço em torno de pessoas, pegar o lóbulo da orelha de seu interlocutor entre o polegar e o indicador e ficar brincando com o lóbulo enquanto confiava, ou parecia confiar, seus segredos.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No decorrer da história, Décimo Bruto conta o relacionamento de César com Cleópatra. Tendo fugido para o Egito após perder para César a batalha de Farsalos, Pompeu foi encurralado e morto a mando do rei Ptolemeu XIII, que dividia o trono com sua irmã, Cleópatra VII. Por conta de intervenções externas, Ptolemeu XIII foi morto a mando de César, que restituiu o trono à Cleópatra. Nem mesmo César foi páreo para a beleza da rainha do Egito. Do relacionamento entre César e Cleópatra nasceu <span class="mw-page-title-main">Ptolemeu XV Cesarião, o último faraó da dinastia ptolemaica do Egito Antigo, embora César nunca tenha reconhecido-o como seu filho.</span></p>
<p style="text-align: justify;">César, senhor de terras que se extendiam de Portugal ao Oriente Médio e boa parte do norte da África, retornou para Roma para prolongar sua ditadura. Cada vez mais poderoso, César não tinha oposição, e não encontrava críticas às suas ideias de expansão. Porém, começava no seio dos políticos e pensadores mais proeminentes, entre eles o conhecido Cícero, que os valores da República Romana deveriam ser restaurados. Para isso o Império deveria ruir. Mas havia César no meio do caminho.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;César, que um dia dissera, beliscando minha orelha, &#8216;nunca se esqueça de que existem duas regras na política. A primeira é que a política é a arte do possível; a segunda é que o possível pode ser ampliado conforme o cair dos dados&#8217;.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Então, uma conspiração teve início no círculo mais íntimo de cidadãos romanos. Décimo Bruto, como um dos generais mais próximos de César, logo compreendeu que estava tomando parte em uma traição. Mas ele também entendeu que estava fazendo isso por Roma, que sempre seria maior do que qualquer imperador. O estopim para que a conspiração saísse da teoria para a prática foi a ideia de César em invadir a Pártia. Pártia é a região que atualmente corresponde ao nordeste do Irã. César queria se igualar à Alexandre, O Grande, que chegou às portas da Índia, em busca de mais poder.</p>
<p style="text-align: justify;">César não soube distinguir entre autoridade e poder. Como parte de sua natureza, ele queria tudo. Queria manter a autoridade e aumentar seu poder, ideias completamente contrárias aos ideiais republicanos romanos. Em uma reunião agendada para o Senado, César foi apunhalado por todos os conspiradores insatisfeitos com sua política, inclusive por Décimo Bruto. Após o assassinato, os conspiradores receberam uma anistia momentânea. Durante esse tempo, Décimo Bruto saiu de Roma e assumiu a região da Gália Cisalpina, no norte da Itália. Porém, os rumos políticos foram alterados e por ordem do Segundo Triunvirato, que contava com o general Marco Antônio, os assassinos de César deveriam ser punidos. No livro, a Décimo Bruto foi dada a opção de suicídio. Opção que o general romano acatou. </p>
<h4><em>César</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">A história do livro é sobre um dos mais sensacionais acontecimentos da história. O livro mostra os pilares que dominavam a sociedade romana da época: luxúria, devassidão, política, guerra, expansão, traição e poder. O final de Décimo Bruto foi diferente na vida real. Enquanto que no livro ele se suicída por opção, na vida real o general romano foi assassinado por um chefe gaulês leal a Marco Antônio, enquanto se dirigia à Macedônia para se juntar a Cássio e Marco Bruto, ambos conspiradores e assassinos de César.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro equívoco do livro é colocar na boca de César uma frase que ainda ecoa nos dias atuais, mas que carece de veracidade. Diz a lenda que César, enquanto estava sendo apunhalado, olhou para &#8220;Brutus&#8221; e disse: &#8220;Até tu, Brutus?&#8221;. Ocorre que essa frase é atribuída ao personagem Júlio César da peça homônima, de William Shakespeare. Além disso, na peça shakespeariana, César profere essa frase quando vê Marco Júnio Bruto, conhecido por Brutus, e não ao personagem Décimo Bruto, narrador do livro. </p>
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