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	<title>Rita Lee &#8211; Resumo de Livro</title>
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		<title>Rita Lee &#8211; Uma Autobiografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rita Lee. O nome de uma das maiores artistas da música brasileira de todos os tempos. Suas canções e personalidade estão certamente em qualquer lista que se faça sobre música. Diante da difícil tarefa de contar, e expor, suas memórias, Rita Lee abre seu passado nesse livro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3J0ac7H" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rita Lee &#8211; Uma Autobiografia</strong></a><br /><strong>Autora</strong>: Rita Lee<br /><strong>Editora</strong>: Globo Livros<br /><strong>Páginas</strong>: 294</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Rita Lee &#8211; Uma Autobiografia</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Rita Lee. O nome de uma das maiores artistas da música brasileira de todos os tempos. Suas canções e personalidade estão certamente em qualquer lista que se faça sobre música. Diante da difícil tarefa de contar, e expor, suas memórias, Rita Lee abre seu passado nesse livro.</p>
<h4><em>Rita Lee &#8211; Uma Autobiografia</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Filha de descendentes italianos, por parte de mãe, e americanos, por parte de pai, Rita era a caçula de uma numerosa família. Moravam em um casarão em Vila Mariana, São Paulo: Charles, seu pai. Chesa, sua mãe. Suas irmãs adotivas, Luiza (Balú) e Carolina (Carú). Suas irmãs de sangue, Virgínia e Mary. Rita era a caçula de todos. Desde sua mais tenra idade, Rita já se posicionava de forma não ortodoxa. Como o lema da família era: &#8220;estudar e trabalhar, música é hobby&#8221;, Rita logo descobriu que o seu negócio era fazer música. Desde sempre avessa às principais convenções sociais, Rita entrou no curso de Comunicação Social da USP, em 1968, e claro que abandonou logo depois.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Chesa passou a tesoura nas minhas madeixas, meu único motivo de orgulho. O corte &#8216;cuia dacuí&#8217; me rendeu de Virgínia o cruel apelido de &#8216;menino baiano&#8217;. Daí que virei tomboy de verdade e fui buscar minha turma com os moleques da rua. Dia seguinte, Rito, o menino baiano, entrou na igreja de branco por fora e de exú-tranca-rua por dentro. Entrei na fila, recebi e guardei o corpo de Cristo na língua como aprendera com dona Lila, me ajoelhei e mordi a hóstia esperando o sangue de Jesus escorrer pela boca.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Sua história com a música começou desde cedo. Na infância teve aulas de piano clássico, mas descobriu que ser musicista clássica não era para ela. Já devidamente apresentada à maconha, ainda na escola, formou com alguns amigos uma banda. Algumas pequenas apresentações e logo depois o primeiro disco, com a banda Os Seis. Desse grupo, por afinidade musical e depois de algumas brigas, Rita se aproximou dos irmãos Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Formou com eles uma banda chamada Os Bruxos.</p>
<p style="text-align: justify;">Batizados novamente pelo amigo Ronnie Von, Os Mutantes alcançaram a fama. Foram convidados para tocar junto com Gilberto Gil, no Festival de Música Brasileira, a música &#8220;Domingo no Parque&#8221;. Com Os Mutantes, Rita gravou dois discos, além de outros dois discos solo. Cantavam juntos, bebiam juntos, fumavam juntos, se drogavam juntos. Dessa união, surgiu o primeiro casamento de Rita, com o companheiro Arnaldo Baptista. No livro, Rita deixa entrever que casou porque a mãe não aguentava mais o que ouvia e lia na mídia. A mãe de Rita acreditava que se ela casasse as notícias seriam melhores. Família conservadora no melhor estilo: casar para não virar piranha.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No café da manhã, gim. No almoço, caipirinha. No jantar, uísque e, de sobremesa, vodca. Etílicos <em>made in paraguay</em> das marcas mais baratas. Rita não era nada chique quando enchia a cara, Rita queria mergulhar no coma.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Pouco tempo depois, Arnaldo dispensou Rita dOs Mutantes. O motivo: Rita não era tão Rock and Roll para o som progressivo e psicodélico que Os Mutantes faziam. Nas memórias de Rita o que pesou foi o ciúme do sucesso que ela fazia. Fora dOs Mutantes, Rita vagou pela musicalidade da época. Fazendo apresentações, solo ou com amigos, foi afiando sua capacidade de transgredir. Rita novamente alcançou o sucesso com a banda Tuti-Fruti.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de duas separações, do Tuti-Fruti e de Arnaldo Baptista, Rita estava no Rio de Janeiro quando conheceu o guitarrista da banda de Ney Matogrosso, Roberto de Carvalho. Paixão à primeira vista, amor para a vida inteira. Com Roberto, Rita atravessou seus melhores momentos musicais e piores momentos pessoais. Sua carreira decolou de vez com músicas que fazem sucesso até hoje. A parceria de Rita com Roberto foi uma das mais prolíficas da música brasileira. Rita também foi mãe de três meninos. Porém, perdeu seu pai, sua mãe, e duas irmãs.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando fiquei limpa, Rob foi me buscar e voltei para casa. Chamei os meninos e expliquei que aquela trip esquisita era só minha &#8220;Mamãe gosta de experimentar coisas novas, sabe aquela música do Jimi Hendrix, &#8216;Are you experienced&#8217;? Então, é isso. Não vou mentir para vocês, mamãe é feliz e adora vocês, e quando mamãe entra numas e experimentação fica tudo esquisito mesmo. Lembrem-se que às vezes ela é cachorro, às vezes perua, às vezes burra mesmo&#8221;. Ficou tudo bem enquanto durou, e durou pouco.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o vício em drogas e em álcool também aumentou na mesma proporção ao seu sucesso. Rodeada por hits de sucesso, baseados de maconha, carreiras de cocaína, pílulas de LSD e copos de uísque, Rita precisou de dezenas de internações em clínicas de reabilitação. Entre uma turnê de sucesso e outra, sempre havia a &#8220;turnê das clínicas&#8221;. Passou inúmeras vezes pelo processo de overdose, quase morte, arrependimento, recuperação, overdose. Como se fossem ciclos infinitos, Rita só decidiu parar por dois motivos: o nascimento de sua primeira neta, e o diagnóstico de uma saúde bem debilitada.</p>
<h4><em>Rita Lee &#8211; Uma Autobiografia</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">A história contata pelo protagonista sempre lembra a história dos vencedores. No livro, Rita toma os devidos cuidados para expor somente os viciados que já se foram. Aqueles que ainda vivem por aqui foram poupados. Segundo a própria Rita, as melhores músicas que fez foram quando estava muito chapada. Para compensar, ela diz que as piores músicas que fez também. Ela assume a condição de dependente químico. Ela sabia que era uma viciada em potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da vida pessoal de Rita Lee, outro ponto alto do livro é a descrição detalhada de todos os discos lançados. Rita faz um apanhado das principais histórias por trás de cada música que cantoou ou compôs. Também é digno de nota as inúmeras parcerias, musicais ou não, que permearam a carreira artística de Rita Lee. Uma mulher à frente de seu tempo, não importando o tempo em que ela estivesse inserida.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Sei que ainda há quem me veja malucona, doidona, porra-louca, maconheira, droguística, alcoólotra e lisérgica, entre outras virtudes. Confesso que vivi essas e outras tantas, mas não faço a ex-vedete-neo-religiosa, apenas encontrei um barato ainda maior: a mutante virou meditante.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Sua genialidade musical e a revolução que fez na música, nos usos e costumes da sociedade brasileira não podem ser eclipsados pelo consumo abusivo de álcool e drogas. Ou pode?</p>
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