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	<title>Aventura &#8211; Resumo de Livro</title>
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	<description>Um blog sobre livros</description>
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	<title>Aventura &#8211; Resumo de Livro</title>
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		<title>A Incrível Viagem de Shackleton</title>
		<link>https://resumodelivro.net/a-incrivel-viagem-de-shackleton/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Incrível Viagem de Shackleton]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Lansing]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Sextante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os sofrimentos e privações foram documentados. Para cada acontecimento, o autor contou com o depoimento de vários homens, que escreveram à sua maneira, como se sentiram diante da força da natureza.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/49gvZEm" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Incrível Viagem de Shackleton</strong></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Autor</strong>: Alfred Lansing</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Editora</strong>: Sextante</p>
<p style="text-align: left;"><strong>áginas</strong>: 400</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>A Incrível Viagem de Shackleton</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma expedição que pretendia atravessar o continente antártico transversalmente, passando pelo pólo magnético. Essa era a intenção de Ernest Shackleton quando partiu da Inglaterra em 1914. Como a conquista do pólo já havia sido feita, anos antes, restava a travessia longitudinal, que seria a primeira travessia terrestre do continente antártico, passando pelo pólo sul magnético. A Expedição Transantártica Imperial, como ficou conhecida, foi uma das maiores aventuras documentadas da humanidade. Um verdadeiro roteiro de livro de Julio Verne.</p>
<h4><em>A Incrível Viagem de Shackleton</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Ernest Shackleton já havia se aventurado na Antártica anteriormente, na tentativa de ser o primeiro ser humano a chegar ao polo sul. Com essa conquista sendo alcançada pelo explorador Roald Amundsen, restava a Shackleton tentar a travessia de todo o continente antártico. Batalhou por patrocínio e por investidores interessados na viagem. Finalmente, em agosto de 1914, partiu de Londres rumo ao hemisfério sul com mais de 20 homens, entre marinheiros, cientistas e médicos, e 70 cães.</p>
<p style="text-align: justify;">De início a expedição não encontrou muitas adversidades. Clima ameno, para os padrões antárticos e mar aberto. Porém, essa calmaria não duraria muito. Logo, eles encontraram uma grande barreira de gelo. Tentaram atravessá-lo a todo custo, mas, em janeiro de 1915, o navio <em>Endurance</em> ficou preso no gelo. Os dias se passaram na tentativa desesperada da tripulação em soltar o navio e continuar a viagem. No início do outono, Shackleton entendeu que a situação não melhoraria. Ordenou a tripulação que fizesse os preparativos para passar o inverno antártico à bordo, preso no gelo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No entanto, o que mais deixava os homens angustiados eram os momentos em que o navio lhes lembrava uma imensa criatura que estivesse sendo sufocada, esforçando-se para respirar, os flancos arquejando sob o efeito da pressão que a estrangulava.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na primavera, não vendo outra saída, Shackleton ordenou que todos abandonassem o navio, montando um acampamento sobre a banquisa de gelo. A pressão do gelo aumentou. Impotentes diante da força da natureza, restou à Shackleton e seus homens assistirem, em novembro de 1915, o <em>Endurance</em> sucumbir ao gelo e ser tragado pelo mar. A partir de então, Shackleton entendeu que o objetivo inicial de atravessar a Antártica estava perdido, mas eles tinham outro grande desafio: se manterem vivos e voltarem para casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Shakleton e seus homens, além dos cães, das provisões e três barcos menores, ficaram acampados na placa de gelo durante todo o verão. Através de medições, perceberam que a banquisa se movimentava lentamente na direção das ilhas que ficam na borda do mar de Weddell. Porém, com o verão as temperaturas aumentaram e o gelo começou a derreter e quebrar. Os homens aproveitaram uma brecha no gelo e tentaram navegarm em direção às ilhas de Weddell. Durante esse trajeto, vários problemas levaram a expedição à acampar em outro banco de gelo. Finalmente, em abril de 1915, eles aproveitaram uma nova brecha no gelo e conseguiram alcançar a Ilha Elefante, na borda do mar de Weddell. Era terra firme, depois de 497 dias.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A situação daquele grupo de homens era simples e aterrorizante e sua simplicidade. Se pretendiam de algum modo sair dali, teria que ser por sua própria conta.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na ilha, os homens organizaram um abrigo com pedaços de um dos barcos que ficou destruído. Shackleton tomou a difícil decisão de separar o grupo. No fundo, ele entendeu que ou ficavam na ilha Elefante e morriam todos, de fome ou de frio, ou um grupo partia para a ilha Geórgia do Sul a 1300  quilômetros de distância para pedir ajuda na estação baleeira permanente que havia nessa ilha. Shackleton e mais 5 tripulantes empreenderam a viagem. Passaram por um dos mais terríveis e traiçoeiros mares na Terra, o mar de Drake. Lutaram árduamente durante mais de 20 dias até avistarem as montanhas da Geórgia do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o sofrimento dos tripulantes estava longe de terminar. Devido as condições do mar e da precariedade do barco onde estavam, Shackleton e seus homens tiveram que aportar na primeira oportunidade que acharam. Porém, a estação baleeira estava do outro lado da ilha. Como não tinham condições de seguir por mar, resolveram atravessar a ilha a pé, em pleno inverno. O feito foi tão memorável que outra travessia da Geórgia do Sul só foi feita 40 anos depois. Quando chegaram à estação, Shackleton e seus homens foram recebidos como verdadeiros heróis. Um a um, todos os marinheiros e capitães da estação fizeram reverência à jornada épica de Shackleton.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O cansaço, a falta de comida, o exercício e a tensão os enfraqueceram a tal ponto que quanto mais tentavam ficam imóveis mais tremiam &#8211;  e era seu próprio tremor que os mantinham acordados. Era melhor remar. Shackleton acreditava que alguns de seus homens não sobreviveriam àquela noite.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Contudo, Shackleton sabia que sua missão ainda não havia terminado. 22 tripulantes ainda estavam na ilha Elefante aguardando o resgate. Várias tentativas foram imediatamente feitas, mas o mar revolto e o gelo formado no outono impediu que esse resgate chegasse. Finalmente, em agosto de 1916, 3 meses após a sua saída, Shackleton conseguiu resgatar seus amigos na ilha Elefante. Por mais inimaginável que possa parecer, todos os membros da expedição retornaram para suas casas com vida, depois de terem passado por uma das aventuras mais incríveis da história da humanidade.</p>
<h4><em>A Incrível Viagem de Shackleton</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">O livro conta em pormenores essa viagem espetacular, pois o autor teve contato com os diários que os homens mantinham. Todos os sofrimentos e privações foram documentados. Para cada acontecimento, o autor contou com o depoimento de vários homens, que escreveram à sua maneira, como se sentiram diante da força da natureza. A escassez de alimento, o desespero de estarem à deriva em cima de uma placa de gelo, a solidão invernal, a angústia do degelo. Esse livro é um relato impactante do poder da natureza e da insignificância do homem diante desse poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Shackleton chegou a organizar outra expedição à Antártica anos depois, mas morreu antes de executá-la, em janeiro de 1922. Ele está enterrado no cemitério da ilha Geórgia do Sul. Uma pesquisa feita em 2002 na comunidade britânica, elegeu os 100 maiores britânicos de todos os tempos. Shackleton ocupou a 11ª posição.</p>
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		<title>Tempo de Matar</title>
		<link>https://resumodelivro.net/tempo-de-matar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Rocco]]></category>
		<category><![CDATA[John Grisham]]></category>
		<category><![CDATA[Segregação]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo de Matar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escrita do autor é incrível. A cada momento de tensão, Grisham concatena elementos que, ao invés de levar a história para um desfecho, levam para o aumento das tensões com a inserção de novos elementos à história.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3VvzOiA" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tempo de Matar</strong></a>
<strong>Autor</strong>: John Grisham
<strong>Editora</strong>: Rocco
<strong>Páginas</strong>: 574</p>

<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Tempo de Matar</em></h3>
<p style="text-align: justify;">John Grisham é um escritor americano com uma vasta obra literária traduzida para mais de 40 idiomas. Seus livros sempre aparecem nas listas dos mais vendidos, nove dos quais já foram adaptados para o cinema. <em>Tempo de Matar</em> foi publicado em 1989, e acompanha de perto um advogado diante de um importante julgamento. Grisham publicou esse livro três anos após se formar em Direito na Universidade do Mississipi.</p>

<h4><em>Tempo de Matar</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">O livro se passa na pequena e pacata cidade rural chamada Clanton, no Estado do Mississipi, no sul dos Estados Unidos. A mansidão da localidade foi quebrada quando a pequena Tonya Hailey, uma menina negra de apenas 10 anos, foi capturada por dois homens brancos. Eles a amarraram e a violentaram repetidas vezes, além de espancarem a menina. Eles tentaram pendurá-la pelo pescoço em uma árvore, mas com o movimento de carros na estrada, eles decidiram largá-la à beira de um lago. Um grupo de pescadores encontrou o corpo da menina e a levou para a casa.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A menina tinha dez anos e era pequena para sua idade. Estava deitada sobre os cotovelos amarrados atrás das costas com uma corda amarela de náilon. Tinha as pernas grotescamente aberta, o pé direito amarrado a um pequeno carvalho e o outro à estaca tombada de uma velha cerca. A corda cortava seus tornozelos e o sangue escorria pelas pernas.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com a polícia ciente do ocorrido, foi fácil achar os dois homens bebendo em um bar e se vangloriando do que haviam feito. Eles foram presos e o processo de acusação por estupro estava sendo instruído. Tonya ainda estava internada em estado grave, mas o pai, Carl Hailey já havia tomado uma decisão que mudaria a vida de toda a família. Ele iria se vingar. Estudou o ambiente do tribunal e na primeira oportunidade fuzilou à queima roupa os dois homens que haviam estuprado e espancado a sua pequena Tonya. Ele foi preso em flagrante e levado à cadeia de Clanton. Carl tinha direito a um advogado, e chamou Jack Brigance para defendê-lo</p>
<p style="text-align: justify;">Brigance era um jovem advogado, casado com Carla e pai de Hanna. Com muitas contas para pagar e com uma certa dose de ambição pelos holofotes, Jack aceitou defender Carl Hailey. Para além da premeditação do crime, e do fato de Carl ter assassinado dois homens dentro de um tribunal, o caso ganhou muita repercussão porque um homem negro havia assassinado dois homens brancos que tinham estuprado sua filha. E isso tudo ocorreu no Estado do Mississipi, historicamente um local racista e berço da temida Ku Klux Klan, um grupo de extremistas brancos que lutavam pela sua supremacia.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com disparos rápidos e curtos de sete ou oito balas cada um o som trovejante da M-16 ecoou pelo prédio por uma eternidade. Entre os estampidos e os ruídos das balas batendo nas paredes ouvia-se perfeitamente a risada louca de Carl Hailey.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com o caso ganhando cada vez mais notoriedade, foi questão de tempo até que a Klan se organizasse para iniciar as manifestações em favor da condenação de Carl à câmara de gás. De início, a Klan passou a telefonar para a casa de Jack ameaçando ele e sua família caso ele continuasse a defender Carl. Como Jack continuou a ser o advogado de defesa, uma cruz pegando fogo foi instalada no jardim de sua casa. Esse foi o alerta necessário para que Jack tirasse sua esposa e sua filha da cidade, para protegê-los. Ele se manteve firme no propósito de inocentar Carl. A estratégia seria acusá-lo de insanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, um grupo de religiosos negros também organizou um manifestação em frente ao tribunal em favor da absolvição de Carl. As peças para um confronto estavam no tabuleiro, a temperatura estava subindo, até o momento em que a guerra começou. O lider regional da Klan foi atingido e morreu dias depois no hospital. Entre os negros, dezenas foram feridos. O cenário para algo pior estava pronto. Com as ameaças crescendo, Jack foi obrigado a andar com um segurança o tempo todo. O que não o protegeu de uma tentativa de assassinato. A bala que estava endereçada para Jack acertou um militar que fazia a segurança do local. Jack havia escapado por pouco.</p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Agora havia uma Clanton de antes dos crimes e uma Clanton de depois dos crimes, e só depois de muitos meses uma começaria a se parecer com a outra. Uma tragédia sangrenta que durou menos de quinze segundos, transformou a tranquila cidade sulista de oito mil habitantes numa meca de jornalistas, repórteres, equipes de filmagens, fotógrafos, alguns das cidades vizinhas, outros das redes nacionais de notícias.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Os atentados estavam ficando cada vez mais violentos. O marido da secretária de Jack sofreu um ataque violento e morreu no hospital. A estagiária de Jack, Ellen, que era uma estudante de direito de uma importante universidade no norte, também sofreu um atentado e foi hospitalizada. A tensão nas ruas era um espelho para os acontecimentos dentro do tribunal. Tanto Brigance quanto o promotor tentavam convencer os jurados com suas teses, de defesa e de acusação. As testemunhas eram ouvidas uma após a outra. A história de Carl e suas motivações oscilavam entre o horror e a compaixão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do julgamento, cabia aos jurados a manifestação do veredito. Muitos elementos estavam em jogo. Os conceitos de justiça, de vingança, de família, e de racismo e segregação. No fim, prevaleceu a compaixão dos jurados pelo pai Carl Hailey, que matou dois homens que haviam cometido um crime hediondo contra sua filha de 10 anos. Para convencer todos os jurados, uma das juradas pediu a todos que fechassem os olhos e imaginassem que ao invés de uma menina negra, fosse uma branca. E que ao invés de Carl, fosse um homem branco que tivesse matado dois homens negros acusados de violentar uma criança branca. O que valia para um caso, tinha que valer para todos os casos.</p>

<h4><em>Tempo de Matar</em> &#8211; Conclusão</h4>
Carl foi inocentado e Jack Brigance finalmente poderia rever sua família e reconstruir sua vida, abalada e em pedaços, após o julgamento.
<p style="text-align: justify;">A escrita do autor é incrível. O desenvolvimento dos personagens, suas motivações e seus dramas, é um capítulo à parte. A cada momento de tensão, Grisham concatena elementos que, ao invés de levar a história para um desfecho, levam para o aumento das tensões com a inserção de novos elementos à história. O leitor fica preso à história, querendo sempre ler mais uma página para saber como aquela situação será resolvida. Ficamos comovidos pelo drama dos personagens e na torcida para que as coisas terminem bem. Não é sem razão que o autor já vendeu mais de 300 milhões de cópias ao redor do mundo.</p>
Indico o filme, de 1996, <em><strong><a href="https://filmow.com/tempo-de-matar-t7043/" target="_blank" rel="noopener">A Time to Kill</a></strong></em>, uma adaptação direta do livro, com Grisham como roterista e produtor.

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		<title>O Buraco da Agulha</title>
		<link>https://resumodelivro.net/o-buraco-da-agulha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[BestBolso]]></category>
		<category><![CDATA[Ken Follett]]></category>
		<category><![CDATA[O Buraco da Agulha]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro de espionagem de tirar o fôlego. Muita ação e muito suspense nas histórias de Lucy, Godling e Faber. O autor consegue criar histórias que se desenvolvem de forma paralela, mas que convergem para um final eletrizante. Um livro incrível.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3z2sa7y" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Buraco da Agulha</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Ken Follett<br /><strong>Editora</strong>: BestBolso<br /><strong>Páginas</strong>: 434</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Buraco da Agulha</em></h3>
<p>Ken Follet é um escritor britânico, autor de thrillers e de romances históricos. <em>O Buraco da Agulha</em> é o primeiro best-seller do autor e ganhou o prêmio Edgar Award como melhor romance de 1978.</p>
<h4><em>O Buraco da Agulha</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Acompanhamos duas histórias aparentemente diferentes e distantes. De um lado, Lucy e seu marido David passam por um momento conturbado em seu casamento. Eles viviam felizes e prontos para o casamento quando a guerra começou em 1940. Sendo aspirante a piloto da Força Aérea Britânica, David decidiu adiantar o casamento com Lucy para que pudesse partir para a batalha com uma motivação a mais para retornar. No dia do casamento, enquanto se dirigiam para sua lua de mel, um acidente de carro mudou para sempre a vida dos dois. David perdeu as duas pernas e a possibilidade de lutar na guerra. Lucy descobriu que estava grávida.</p>
<p style="text-align: justify;">4 anos depois os dois ainda viviam juntos, mas com os corações já separados. Resolveram morar em uma ilha afastada, a Ilha das Tormentas. Nessa ilha só morava um velho pastor de ovelhas, que aceitou que Lucy, David e o pequeno Jonathan se tornassem seus vizinhos e morassem na única casa que havia disponível na pequena ilha. David passava os dias no cuidado das ovelhas. Lucy passava os dias pensando em como sua vida era triste e solitária.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos na corda bamba. Se um agente decente da Abwehr na Inglaterra souber de Fortaleza, codinome para o plano que enganará os alemães, toda a estratégia corre perigo. para falar a verdade, poderíamos perder a guerra.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A outra história é a de Faber, ou como era conhecido na Alemanha, Die Nadel, A Agulha. Morando em Londres desde antes da guerra, Faber trabalhava para a Abwehr, a agência de serviço de informação do exército alemão. Faber era o mais importante e eficiente espião alemão morando na Inglaterra. Seu trabalho como espião era exemplar. Mantinha sempre duas identidades, dois locais de moradia e evitava os contatos mais íntimos com os ingleses. Conseguia suas informações das pessoas comuns, podia ser de um jovem soldado hospedado na mesma pensão, ou do amigo de trabalho que tinha um parente que seria mandado para a linha de frente. Faber sempre transmitia informações precisas. Faber também era eficiente em apagar seus rastros e não deixar testemunhas. Sempre usando um estilete, Faber matava qualquer um que suspeitasse dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1944, Faber tinha uma missão crucial para a Alemanha e para o andamento da guerra. Ele deveria averiguar se o Primeiro Exército do General Patton estava estacionado próximo a Dover. Os alemães estavam em dúvida se o desembarque aliado ocorreria em Pass de Calais ou na Normandia. Aviões de reconhecimento tinham avistado uma movimentação de tropas em Dover, o que significava que o desembarque seria em Calais, mas os mais experientes generais apostavam que o desembarque ocorreria na Normandia. Como os recursos de defesa alemães estavam reduzidos, o alto comando tinha que saber com precisão onde seria o ataque aliado. Mandaram Faber para Dover para que ele descobrisse a verdade. Os rumos da guerra estavam nas mãos do espião alemão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ele precisava de provas, e tinha que levá-las para Berlim. Ele precisava de fotos. Ele tiraria fotografias desse gigantesco exército de mentira, então iria para a Escócia encontrar o submarino e entregaria as fotos ao Fuhrer pessoalmente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo às ações de Faber, o MI5, serviço de inteligência britânico, estava monitorando as ações do eficiente espião alemão. Já haviam armado inúmeras armadilhas para capturar Faber, mas todas sem sucesso. Não tinham o nome nem o rosto do espião alemão. Conhecemos então Godling, um professor de história que desistira da vida militar depois que perdera sua esposa em um acidente. Mas por suas qualidades práticas e pela sua inteligência, foi convocado pelo MI5 para caçar Die Nadel. De seu escritório, Godling recebeu a informação de que 5 homens da guarda costeira haviam desaparecido quando faziam uma inspeção de rotina na região de Dover. Como sabia do embuste criado pelo Exército inglês, Godling tinha certeza de que o espião estava agindo</p>
<p style="text-align: justify;">Faber conseguiu descobrir a verdade. O exército em Dover era fictício. O desembarque seria na Normandia. Mas Faber foi interceptado por guardas costeiros. Deu fim a todos eles, mas sabia que levantaria muitas suspeitas. Pela Alemanha ele faria tudo. Faber então planejou sua fuga, através de um submarino que o levaria de volta à terra natal com as informações mais importantes de sua vida e do futuro da Alemanha. Com a consciência de estava sendo perseguido, Faber habilmente despistou as forças do MI5. Contudo, uma tempestade o alcançou quando estava à caminho do submarino e ele acabou naufragando na Ilha das Tormentas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ela sabia o que tinha que fazer. Não tinha o direito de desistir, agora que compreendera. Pois não era apenas sua vida que estava em jogo. Ela tinha de fazer por David e por todos os outros jovens que haviam morrido na guerra.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se passando por um náufrago, Faber conseguiu se instalar na casa de Lucy e David até que a tempestade passasse e ele pudesse encontrar o submarino alemão. Logo surgiu um sentimento entre Faber e Lucy. Os dois logo tiveram um relacionamento mais íntimo, o que gerou um apego emocional grande entre os dois. David logo desconfiou de Faber, e achou as fotos que o espião tirara em Dover. Não restava outra saída, Faber deveria matar David. Mas o espião não contava com a força e a coragem de Lucy. Que mesmo envolvida com o alemão, não podia consentir que aquele que ela desejava matou seu marido e pai de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a verdade veio à tona a história ganha um ritmo acelerado, Lucy e Faber lutam cada um por sua vida. No final, venceria quem tivesse não as melhores técnicas de sobrevivência, mas a maior vontade de viver.</p>
<h4><em>O Buraco da Agulha</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Um livro de espionagem de tirar o fôlego. Muita ação e muito suspense nas histórias de Lucy, Godling e Faber. O autor consegue criar histórias que se desenvolvem de forma paralela, mas que convergem para um final eletrizante. Um livro incrível.</p>
<p>Indico o filme <a href="https://filmow.com/o-buraco-da-agulha-t21930/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>The Eye of the Needle</em></strong></a>, de 1981. Uma adaptação do livro para o cinema.</p>
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		<title>Azincourt</title>
		<link>https://resumodelivro.net/azincourt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Azincourt]]></category>
		<category><![CDATA[Bernard Cornwell]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Record]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra dos Cem Anos]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Azincourt", uma obra monumental que mergulha nas páginas da Guerra dos Cem Anos. O livro oferece uma narrativa épica centrada na Batalha de Azincourt, destacando-se não apenas pela precisão histórica, mas também pela habilidade de Cornwell em dar vida aos personagens e ao cenário medieval.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3Os4ZIM" target="_blank" rel="noopener"><strong>Azincourt</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Bernard Cornwell<br /><strong>Editora</strong>: Record<br /><strong>Páginas</strong>: 446</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Azincourt</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Bernard Cornwell, mestre incontestável da ficção histórica, nos presenteia com &#8220;<em><strong>Azincourt</strong></em>&#8220;, uma obra monumental que mergulha nas páginas da Guerra dos Cem Anos. Publicado em 2008, o livro oferece uma narrativa épica centrada na Batalha de Azincourt, destacando-se não apenas pela precisão histórica, mas também pela habilidade de Cornwell em dar vida aos personagens e ao cenário medieval.</p>
<h4><em>Azincourt</em> &#8211; História</h4>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nicholas Hook o estripou. A força do braço direito de um arqueiro estava no corte, a lâmina penetrou fundo e as tripas escorreram para fora como enguias molhadas deslizando de um saco rompido, enquanto o homem soltava um grito estrangulado que foi abafado pela pesada cota que cobria sua cabeça.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Desde as primeiras páginas, Cornwell nos transporta para a Inglaterra do século XV, uma época de intriga política, rivalidades feudais e conflitos que moldariam o destino de nações. O autor constrói um cenário ricamente detalhado, onde castelos imponentes, campos de batalha ensanguentados e aldeias pitorescas se entrelaçam para criar uma tapeçaria vívida da Idade Média.</p>
<p style="text-align: justify;">O protagonista, Nicholas Hook, emerge como uma figura envolvente. Como arqueiro inglês, sua jornada de um homem comum a um participante crucial na Batalha de Azincourt é contada com maestria. A profundidade de seus pensamentos, suas dúvidas e triunfos cria uma conexão imediata com o leitor. Os personagens secundários também são habilmente explorados. Dos camaradas de Hook aos nobres que moldam o destino da guerra, cada personagem contribui para a riqueza da trama. Cornwell tece uma teia complexa de relações, fornecendo uma visão abrangente das motivações e personalidades que impulsionam a narrativa.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Hook viu a bala de pedra e não reconheceu o que era, mas por um instante havia um objeto escuro subindo e caindo acima do campo arado, e parecia que a coisa &#8211; era apenas um risco escuro &#8211; vinha direto para ele. E então o barulho do canhão rachou o céu e pássaros voaram das árvores, guinchando enquanto a bala acertava a cabeça de um arqueiro a poucos passos de Hook.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Uma das marcas registradas de Cornwell é sua dedicação à pesquisa histórica, evidente em cada descrição detalhada. As táticas de batalha são minuciosamente exploradas, desde a preparação estratégica até os momentos intensos do campo de batalha. O leitor é imerso na brutalidade da guerra medieval, sentindo a tensão, o medo e a coragem que permeiam cada cena. O clímax do livro, a Batalha de Azincourt, é retratado com uma intensidade arrebatadora. Cornwell capta a brutalidade da guerra, equilibrando-a com momentos de humanidade e desespero. A descrição dos arqueiros ingleses, a lama do campo de batalha e a cacofonia de conflito criam uma experiência visual e emocional que transporta o leitor para o epicentro da ação.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em><strong>Azincourt</strong></em>&#8221; não se limita a ser apenas um relato de batalhas; é uma exploração profunda dos conflitos culturais entre ingleses e franceses na época. Cornwell pinta um retrato vívido das tensões políticas e das diferenças sociais que alimentaram o fogo da guerra. As relações entre os personagens refletem as complexidades dessas disputas, adicionando uma camada adicional à trama. Ao longo da jornada, o desenvolvimento dos personagens é notável. Nicholas Hook, em particular, passa por uma metamorfose emocional e física. Sua jornada não é apenas uma narrativa de guerra, mas uma exploração da resiliência humana diante das adversidades, mostrando como os eventos moldam a alma dos indivíduos.</p>
<h4><em>Azincourt</em> &#8211; Conclusão</h4>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Havia homens e cavalos. Havia armas abandonadas, bandeiras caídas e esperanças mortas. Um campo semeado com trigo de inverno havia produzido uma colheita de sangue.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A prosa de Cornwell é um deleite literário. Sua habilidade em combinar detalhes históricos com uma narrativa envolvente eleva &#8220;Azincourt&#8221; além de uma simples reconstrução histórica. A linguagem é rica, evocativa e capaz de transportar o leitor diretamente para o coração da ação. Além do campo de batalha, &#8220;Azincourt&#8221; oferece reflexões mais amplas sobre a natureza humana. Questões de coragem, honra, sacrifício e o custo da guerra são examinadas com sensibilidade, proporcionando ao leitor uma oportunidade de contemplação sobre temas atemporais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em><strong>Azincourt</strong></em>&#8221; é um triunfo literário e histórico. Bernard Cornwell, com sua narrativa cativante, personagens memoráveis e pesquisa exaustiva, cria uma obra que transcende os limites da ficção histórica. Ao fechar o livro, o leitor é deixado com uma compreensão mais profunda não apenas da Batalha de Azincourt, mas da resiliência do espírito humano em face da guerra e da complexidade das relações humanas. &#8220;<em><strong>Azincourt</strong></em>&#8221; não é apenas uma leitura, é uma experiência que ressoa muito tempo após a última página ter sido virada.</p>
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		<title>A Guerra dos Botões</title>
		<link>https://resumodelivro.net/a-guerra-dos-botoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Ediouro]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra dos Botões]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Ingenuidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pureza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos levados ao interior da França, entre as aldeias de Longeverne e Velran. O livro conta uma lenda muito antiga. Ninguém sabe ao certo o porquê, mas existia uma grande rixa envolvendo os meninos dessas duas aldeias.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3SeoMh5" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Guerra dos Botões</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Louis Pergaud<br /><strong>Editora</strong>: Salamandra<br /><strong>Páginas</strong>: 48</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>A Guerra dos Botões</em></h3>
<p style="text-align: justify;">O livro é um convite a um mergulho de volta à infância. Uma infância pura, sem tecnologias e modernidades. O livro me tocou por isso, tendo passado minha infância no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, em uma cidade do interior do Rio de Janeiro, as minhas preocupações eram enormes: como eu poderia conciliar jogar bola e andar de bicicleta ao mesmo tempo? a filha da minha vizinha olharia para mim novamente? qual seria a próxima aventura dos meus bonecos? Eram coisas muito importantes para um garoto de 9 anos. E eu lembrei de tudo isso ao ler esse livro.</p>
<h4><em>A Guerra dos Botões</em> &#8211; História</h4>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eles nos chamaram de patifes, de cretinos, de ladrões, de porcalhões, de carniças, de merdas, de bundas-moles, de &#8230;&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Somos levados ao interior da França, entre as aldeias de Longeverne e Velran. O livro conta uma lenda muito antiga. Ninguém sabe ao certo o porquê, mas existia uma grande rixa envolvendo os meninos dessas duas aldeias. Todos os anos esses meninos guerreavam entre o outono e o inverno em busca da afirmação de suas virilidades. Organizados com paus, pedras e estilingues, esse meninos lutavam como se não houvesse amanhã, sempre com o cuidado para não estragar a roupa de domingo, pois domingo era dia de ir à missa.</p>
<p style="text-align: justify;">Um mundo onde o padre era o velho de preto, que vivia a passar sermão nos meninos. Onde a escola era o lugar sagrado, não para estudar, mas para elaborar os melhores planos de guerra. O professor era apenas um carrasco que não pensava em outra coisa que não fosse geografia e o maldito sistema métrico. Pais e mães, pobres e trabalhadores, não entendiam a gravidade da situação, não entendiam que o futuro da aldeia estava nas mãos dos meninos que todas as tarde iam à pedreira para defender a honra de sua aldeia. Na verdade, os adultos eram uns chatos, que só pensavam em dinheiro, e achavam que os seus filhos não sabiam o que eles, pais, haviam feito quando jovens.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Como se as crianças fossem assim tão transparentes como os adultos! Desde cedo, conscientes da hipocrisia social, jamais, diante de quem pudesse exercer sobre elas a menor parcela de autoridade, se mostravam como eram.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>A Guerra dos Botões</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Em suas épicas batalhas, os garotos de Longeverne guerreavam com o coração, e quando conseguiam um prisioneiro o ritual era sempre o mesmo: retiravam os espólios, que consistiam em todos os botões, elásticos, meias, fitas e acessórios. Depois davam umas boas sapecadas nas bundas de seus inimigos para envergonhá-los. Entre batalhas e respeito à hierarquia, o livro mostra que o mundo infantil é muito mais do que apenas brincadeiras, é o primeiro passo para formar o caráter de um adulto. E duvido muito que você, com mais de 30 anos, não tenha pelo menos uma lembrança de sua infância ao ler esse livro.</p>
<p>Leitura para se deliciar.</p>
<p>Existe um filme baseado no livro: <a href="https://filmow.com/a-guerra-dos-botoes-t56922/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>La Guerre des Boutons</strong></em></a>, de 2011.</p>
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		<item>
		<title>Robinson Crusoé</title>
		<link>https://resumodelivro.net/robinson-crusoe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Defoe]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Martin Claret]]></category>
		<category><![CDATA[Robinson Crusoé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robinson Crusoé é muito mais do que apenas sobrevivência. É um livro sobre a luta interna de um homem para manter a civilidade, para manter vivo a humanidade que tende a se afastar em momentos de solidão extrema.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: Robinson Crusoé<br /><strong>Autor</strong>: Daniel Defoe<br /><strong>Editora</strong>: Martin Claret<br /><strong>Páginas</strong>: 197</p>
<p style="text-align: center;"><a style="background-color: #ff9900; color: #000000; padding: 15px 30px; text-decoration: none; font-weight: bold; border-radius: 5px; font-size: 18px; box-shadow: 0 4px 6px rgba(0,0,0,0.1);" href="https://amzn.to/3NDPFIK" target="_blank" rel="nofollow noopener sponsored">COMPRAR NA AMAZON</a></p>
<p><a href="https://youtu.be/DxGWq8BuVE0" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5564 size-large" style="aspect-ratio: 16/9; width: 100%; height: auto;" src="https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-800x450.jpg?x14911" alt="Robinson Crusoé, de Daniel Defoe" width="800" height="450" srcset="https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-800x450.jpg 800w, https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-300x169.jpg 300w, https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-768x432.jpg 768w, https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-1536x864.jpg 1536w, https://resumodelivro.net/wp-content/uploads/2025/12/Abertura-2-24-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro<em> Robinson Crusoé</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma história de aventura. Assim é <em><strong>Robinson Crusoé</strong></em>. Sempre ouvi que esse livro era de um homem que ficava preso em uma ilha deserta, mas conseguia sobreviver. Então, pensava que seria mais um livro de sobrevivência. Mas, não, <em><strong>Robinson Crusoé</strong></em> é muito mais do que apenas sobrevivência. É um livro sobre a luta interna de um homem para manter a civilidade, para manter vivo a humanidade que tende a se afastar em momentos de solidão extrema. A história se passa no século XVII, no auge das grandes navegações e de mundos ainda não descobertos.</p>
<h4><em>Robinson Crusoé</em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Robinson Crusoé</strong></em> sempre teve um sentimento de que o seu mundo era o mar e por isso se aventurou em uma viagem à costa africana a bordo de um navio inglês. A sua primeira falta de sorte se deu quando o navio em que estava foi interceptado por piratas e ele foi feito de escravo. Depois de anos nessa situação, conseguiu fugir, e com um pequeno barco se afastou da costa africana. Foi interceptado novamente, mas agora por bons portugueses que estavam a caminho do Brasil. No Brasil, Crusoé fez amigos e conseguiu fortuna com plantações de fumo e de cana de açúcar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não há, na vida, situação, por má que seja, que não tenha o seu lado bom.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas o mar era o grande desejo de Crusoé, que depois de vários anos no Brasil, partiu para trocar mercadorias na África. Sob forte tempestade, a segunda falta de sorte de Crusoé aconteceu. O barco ficou dias à deriva e após outra tempestade, encalhou. Todos os tripulantes se fizeram ao mar, mas apenas Crusoé conseguiu alcançar a ilha. E na ilha Crusoé viveu 27 anos de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros dias, ficou claro para Crusoé que ele estava em uma ilha que não fazia parte de nenhuma rota marítima e que por isso a sua estadia seria bem longa. Nos primeiros anos, Crusoé conseguiu estabelecer uma caverna como morada e plantar árvores para criar uma proteção para a sua casa. Começou a caçar tartarugas e cabras selvagens para se alimentar e iniciou a exploração da ilha toda.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Para dizer a verdade, as minhas perspectivas de voltar ao mundo dos vivos não eram maiores que no dia do meu naufrágio, mas tinha que agradecer a Deus o ter-me feito compreender que era possível ser feliz, mesmo nas circunstâncias em que me encontrava.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Crusoé conseguiu construir mesa, cadeiras, portas. Aprendeu a fazer pão, já que iniciou uma plantação de cevada; fez até roupas com as peles dos animais que ele matava. Até que um dia descobriu que selvagens canibais das ilha vizinhas iam até a sua ilha para festejar e comer seus prisioneiros. Crusoé conseguiu salvar um desses prisioneiros e matar alguns canibais. Esse selvagem foi nomeado <em>Sexta Feira</em>, já que foi em uma sexta feira que houve o resgate. Crusoé ensinou inglês ao selvagem e pôde novamente se comunicar e ouvir a voz humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Crusoé e Sexta Feira ainda se envolveram em alguns outros combates com os canibais até que avistaram ao longe um navio inglês. A emoção de Crusoé não tinha tamanho e depois de algumas outras aventuras com os ingleses, e depois de 35 anos longe de casa, Crusoé finalmente retornou para a Inglaterra.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Após a viagem que durou quase seis meses, desembarquei na Inglaterra no dia 11 de junho de 1687, trinta e cinco anos depois de ter me ausentado.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>Robinson Crusoé</em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Uma história incrível, contada de uma forma muito clara, sem muitos rodeios e muito dinâmica. A ilha em que Crusoé ficou preso não existe de verdade, no livro ela se situa na foz do Rio Orinoco, no litoral da Venezuela, próxima à ilha de Trinidad. Contudo, a história de Crusoé foi baseada em uma história verídica. O autor teve contato com o capitão que resgatou um marinheiro que havia ficado preso em uma ilha deserta por 4 longos anos. Alexander Selkirk desertou de seu navio e ficou na ilha <em>Más a Tierra</em> na costa do Chile, onde aprendeu a se virar, construindo uma cabana e utensílios de madeira para a sua comodidade. Atualmente essa ilha é conhecida como <em>Ilha Robinson Crusoé</em>.</p>
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		<title>A Ilha do Dr. Moreau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Ilha do Dr. Moreau]]></category>
		<category><![CDATA[Alfaguara]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[H G Wells]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ilha do Dr. Moreau mostra o otimismo e a euforia do colonialismo europeu através de mares e terras distantes e exóticas, mas também mostra o lado sombrio dos avanços da medicina da época. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/4axjkwW" target="_blank" rel="noopener">A Ilha do Dr. Moreau</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: H. G. Wells<br /><strong>Editora</strong>: Alfaguara<br /><strong>Páginas</strong>: 172</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>A Ilha do Dr. Moreau</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Sensacional é um excelente adjetivo para essa história. Escritor de outros livros fantásticos, entre eles <em>A Máquina do Tempo</em> e <em>Guerra dos Mundos</em>, H. G. Wells alia, neste livro, dois gêneros: ficção científica e romance de aventura. Em uma época onde livros com este estilo faziam sucesso, <strong><em>A Ilha do Dr. Moreau</em></strong> mostra o otimismo e a euforia do colonialismo europeu através de mares e terras distantes e exóticas, mas também mostra o lado sombrio dos avanços da medicina da época. A história é contada em primeira pessoa por Edward Prendick, um mero passageiro do navio <em>Lady Vain</em> que naufragou na costa Pacífica da América do Sul e que onze meses depois foi encontrado à deriva nos restos de uma outra embarcação, bem próximo do local de seu sumiço.</p>
<h4><em>A Ilha do Dr. Moreau</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Prendick ficou à deriva em um bote do <em>Lady Vain</em> com mais dois sobreviventes, mas com o passar do tempo e a escassez dos recursos sua vida ficou por um fio. Milagrosamente, Prendick foi resgatado pelo barco <em>Ipecacuanha</em> que levava uma estranha tripulação. Wells nos presenteia com um início envolvente, que prende o leitor à história.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Lembro que minha cabeça balançava de um lado para outro ao sabor das ondas, e o horizonte onde se destacava aquela vela parecia subir e descer; mas também lembro com a mesma clareza que eu tinha a impressão de estar morto, e achava graça na ironia de que eles estivessem vindo em meu socorro e que por um atraso tão pequeno não conseguissem encontrar meu corpo com vida.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No barco que o resgatou, Prendick logo conheceu Montgomery, um homem letrado de Londres que por uma infelicidade do destino tinha encontrado o Dr. Moreau, e havia 10 anos que ele não mais conseguia se libertar. Também viu alguns animais, como lobos, lhamas e uma onça, o que aumentou sua curiosidade. Contudo, o capitão do barco, que vivia bêbado e de mau humor, logo se insultou com toda a sujeira que os animais faziam e obrigou Montgomery e seu sinistro ajudante, Prendick, e todos os animais a desembarcarem ao primeiro sinal de terra firme. Por sorte, ou azar de Prendick, a ilha avistada era o destino de Montgomery e dos animais: a ilha do Dr. Moreau.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Era uma ilha plana, coberta de espessa vegetação, principalmente por uma espécie de palmeira. De um ponto remoto erguia-se uma coluna de vapor, elevando-se diagonalmente até uma enorme altura, onde se esgarçava como uma pena de pássaro, até se dissipar ao vento.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar à ilha, a principal curiosidade de Prendick estava voltada para seus habitantes. De longe pareciam muito estranhos, com os membros inferiores menores em proporção ao corpo, com o queixo proeminente, mais pêlos que o normal e um andar desajeitado. Tudo isso deixou Prendick instigado. A única construção da ilha era o laboratório do Dr. Moreau, e Prendick logo descobriu porque ele tinha escolhido uma ilha remota no Pacífico como casa e laboratório.</p>
<p style="text-align: justify;">O que o Dr. Moreau fazia era a vivissecção dos animais. Ou seja, ele dissecava os animais vivos com o objetivo de realizar estudos de natureza anatomo-fisiológica. Ele transformava os animais em seres próximos aos humanos, além disso Moreau educava e instruía seus monstros a falar, andar sob duas pernas e respeitar seu criador. O horror de Prendick foi latente. Ele ficou horrorizado com a dor gratuita que Moreau infligia aos animais pelo simples prazer de ver suas ideias criadoras em ação. Lembrou dos seres na praia quando ele chegou e do ajudante de Montgomery e concluiu que estava em grande perigo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Avistei uma pia manchada de sangue, sangue escuro e coagulado, bem como sangue fresco e de um vermelho vívido, e senti o cheiro peculiar do ácido carbólico. Então, através de um pórtico que dava para outro aposento, vi um vulto fortemente amarrado a uma estrutura de madeira, um corpo ferido, vermelho, coberto de bandagens.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Prendick tentou fugir, mas acabou caindo no meio de um covil com os monstros de Moreau. Incrivelmente eles falavam e entendiam o que Prendick falava. Mas logo descobriu que alguns seres já mostravam que os sinais animalescos começavam a novamente se tornar primários e que isso poderia trazer muitos problemas para ele. E diante de uma tentativa de Moreau de controlar, através do medo, as suas criaturas, uma revolta aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao se ver sozinho com os monstros, já que Moreau e Montgomery haviam morrido em combate, Prendick conseguiu se isolar em uma parte das ruínas do antigo laboratório de Moreau com um dos animais humanizados: o homem-cão. Porém, pouco a pouco Prendick acompanhou o retorno daqueles semi-humanos em animais, se viu afastado da humanidade e flertou com a loucura. A sua única esperança era o retorno da escuna <em>Ipecacuanha</em>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por cinco vezes avistei velas, e por três vezes vi fumaça, mas nunca alguém se aproximou da ilha. Eu tinha sempre uma fogueira pronta, que era acessa nessas ocasiões, mas sem dúvida a reputação vulcânica da ilha serviria como explicação para quem avistasse a coluna de fumo.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>A Ilha do Dr. Moreau</em>  Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Finalmente Prendick avistou uma vela que se aproximava da ilha de forma estranha. Descobriu que os dois passageiros estavam mortos. Encheu o pequeno barco de mantimentos e nunca mais ouviu falar daquela ilha amaldiçoada. Ao retornar para a civilização, Prendick descobriu que os horrores da ilha do Dr. Moreau jamais o abandonariam e todas as vezes que um ser humano se aproximava dele, Prendick esperava que o lado animalesco brotasse a qualquer momento. Se isolou novamente e nunca contou sua história para ninguém.</p>
<p>De H. G Wells já publicamos:</p>
<ul>
<li><em><strong><a href="https://resumodelivro.net/a-porta-no-muro/">A Porta no Muro</a> </strong></em></li>
<li><em><strong><a href="https://resumodelivro.net/a-maquina-do-tempo/" target="_blank" rel="noopener">A Máquina do Tempo</a></strong></em></li>
</ul>
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<p><!-- /wp:post-content --></p>
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<p>Até a próxima!</p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net/a-ilha-do-dr-moreau/">A Ilha do Dr. Moreau</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net">Resumo de Livro</a>.</p>
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		<item>
		<title>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 5</title>
		<link>https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-5/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção-Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Arqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[O Guia do Mochileiro da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem Espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Último volume da trilogia de cinco, dessa fantástica aventura através das galáxias. Douglas Adams inicia a obra da forma que mais gosta: com intensas reviravoltas e universos paralelos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3vhMfoM" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 5</strong></a> <br /><strong>Autor</strong>: Douglas Adams <br /><strong>Editora</strong>: Arqueiro <br /><strong>Páginas</strong>: 191</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 5</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Último volume da trilogia de cinco, dessa fantástica aventura através das galáxias. Douglas Adams inicia a obra da forma que mais gosta: com intensas reviravoltas e universos paralelos!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ford tinha o seu próprio código de ética. Não era lá grande coisa, mas era dele e ele o respeitava, ou quase isso. Uma das regras que criara era jamais pagar pelos seus drinques. Nâo tinha certeza se isso contava como ética, mas é preciso seguir com o que se tem. Também era firme e absolutamente contra toa e qualquer forma de crueldade contra  qualquer animal, exceto os gansos. Além disso, jamais roubava seus empregadores.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 5 </em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Enquanto Arthur Dent partiu atrás de Fenchurch através de inúmeros planetas, e também atrás de algum sentido para sua vida, Ford Prefect continuou se metendo em confusões, descobrindo que a nova editora do <em><strong>Guia do Mochileiro das Galáxias</strong></em> agora pretendia levá-lo a todos os confins do universo, porém descobriu também, e da pior maneira possível, que os Vogons (os mesmos sanguinários que exterminaram o Planeta Terra para a construção de uma autoestrada hiperespacial) estavam à frente da editora agora.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Arthur examinou ansiosamente uns pedaços de papel grudentos e úmidos. Estava, definitivamente, em um lugar bastante atrasado da Galáxia, pelo menos no que dizia respeito ao universo que ele conhecia e reconhecia.. No lugar onde deveria estar sua casa havia aquele grosseiro planeta putrefato, encharcado por chuva e habitado por escória e porcos do pântano.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Trillian saiu em busca de Arthur para revelar-lhe algo importante, e o encontrou no isolado planeta Lamuella sendo um feliz e importante Fazedor de Sanduíches. Douglas Adams surpreende o leitor ao discorrer sobre a importância dos fazedores de sanduíches no isolado planeta Lamuella.</p>
<p style="text-align: justify;">A notícia importante que Trillian tinha era que Random, a menina que estava com ela, era a filha de Arthur Dent. O mais curioso é que Trillian buscou um banco de DNA para achar o pai perfeito para sua filha, mas depois de vários testes a espécie <em>sapiens</em> era a que se encaixava melhor. Diante desse fato, e do fato de que Arthur doou uma quantidade absurda de sêmen em diversos espaçoportos em troca de passagens e de dinheiro para poder buscar um sentido para sua vida, foi natural acreditar que Random era filha de Arthur, que passou então a tentar ser pai, coisa que ele não queria ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ele pensou que estava no caminho certo, Random diz que ele ainda estava muito longe.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apanhou e tirou a sujeira. Era uma espécie de aparelho eletrônico, do tamanho de um livro pequeno. Quando o tocou, Surgiram amistosas letras garrafais que brilhavam fracamente em seu centro. Diziam: NÃO ENTRE EM PÂNICO. Sabia o que era aquilo. Era uma cópia do Guia do Mochileiro das Galáxias.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 5 </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">O pacote endereçado à Ford Prefect causou uma reviravolta na história. Dentro dele havia um <em><strong>Guia do Mochileiro da Galáxia</strong></em> em forma de pássaro, que levou Random para um planeta Terra de um universo paralelo. Arthur e Ford partiram então em busca de Random, do Pássaro Guia do Mochileiro, de Trillian, e de mais uma, e última, aventura. Ao fim e ao cabo, a história terminou com um final feliz &#8230; para alguns! A referência à Elvis Presley é no mínimo curiosa. Série fantástica. Leitura mais que recomendada. Impossível não virar fã.</p>
<p>A saga completa você encontra aqui:</p>
<ul>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-1/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 1</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-2/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 2</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-3/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 3</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-4/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 4</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-5/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 5</a></em></strong></li>
</ul>
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		<title>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção-Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Arqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[O Guia do Mochileiro da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem Espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que Arthur Dent descobrirá qual a Pergunta Fundamental para a Resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais que é 42?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/4avWNAR" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: Douglas Adams<br /><strong>Editora</strong>: Arqueiro<br /><strong>Páginas</strong>: 142</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4</em></h3>
<p>O Volume 4 da trilogia de cinco foca-se em Arthur Dent.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O relatório do Censo, como a maioria das pesquisas, havia custado uma fortuna e não dizia nada que as pessoas já não soubessem &#8211; exceto que cada habitante da galáxia tem 2,4 pernas e possui uma hiena. Já que isso obviamente não era verdade, todo o resto acabou sendo descartado.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4 </em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Inexplicavelmente, como muita coisa no livro, Arthur voltou para a Terra. Não sabia porque, e nem queria saber, mas a Terra estava no mesmo lugar e da mesma forma de antes de ser explodida pelos Vogons para dar lugar a uma auto estrada hiperespacial. De qualquer forma, Arthur ficou louco para voltar para sua casa e pegou carona com um cara que estava levando sua irmã, Fenchurch, para o hospício, pois ela dizia sem parar que a Terra seria explodida.</p>
<p>O autor para um pouco no tempo e mostra a rotina de Arthur tentando voltar ao normal, mas, apaixonado por Fenchurch, ele só conseguia se manter em confusões.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A figura, o carro e a maçaneta estavam todos em um planeta chamado Terra, um mundo cuja definição no Guia do Mochileiro das Galáxias era composta por duas palavras: &#8216;Praticamente inofensiva&#8217;. O autor do verbete chama-se Ford Perfect, e ele estava, naquele exato momento, em um mundo nada inofensivo, sentado em um bar nada inofensivo, criando problemas de forma imprudente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Também de forma inexplicável, a única diferença nessa nova Terra era que os golfinhos desapareceram. Todos. Sem deixar vestígios. Arthur e Fenchurch foram em busca de um cara chamado Wonko, o São, que supostamente sabia porque os golfinhos haviam sumido. Assim, entrou em cena outro personagem esquisitão da saga.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas peripécias depois, a história de Ford Prefect voltou a se desenrolar. Mas Ford tinha certeza que não sabia bem porque estava ali. Ford então lembrou a Arthur que o objetivo deles era ir para o planeta Preliumtarn, para observar a última mensagem que Deus deixou para a sua criação. Partiram para lá: Ford, Fenchurch e Arthur. Acabaram encontrando com Marvin, o androide paranoide, e puderam observar em todo o seu esplendor a última mensagem de Deus para a sua criação: &#8220;nos desculpamos pelo inconveniente&#8221;. Por incrível que possa parecer, todos se sentiram aliviados e realizados com a mensagem.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Guia do Mochileiro das Galáxias, em um momento de lucidez ponderada, o que é praticamente único em suas atuais cinco milhões, novecentos e setenta e cinco mil, quinhentas e nove páginas, diz o seguinte sobre os produtos da Companhia Cibernética de Sirius: é muito fácil não enxergar a sua inutilidade essencial devido à enorme realização que você sente ao conseguir finalmente fazer com que eles funcionem.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4 </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Mas a aventura não terminou, será que Arthur Dent descobrirá qual a Pergunta Fundamental para a Resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais que é 42?</p>
<p>Próxima parada: o épico final da saga!</p>
<p style="text-align: justify;">O que será que os espera na continuação dessa aventura?</p>
<p>A saga completa você encontra aqui:</p>
<ul>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-1/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 1</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-2/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 2</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-3/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 3</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-4/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 4</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-5/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 5</a></em></strong></li>
</ul>
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<p>Até a próxima!</p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-4/">O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 4</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://resumodelivro.net">Resumo de Livro</a>.</p>
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		<title>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 16:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção-Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Arqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[O Guia do Mochileiro da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem Espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"O Guia do Mochileiro das Galáxias é um companheiro indispensável para todos aqueles que estão interessados em encontrar um sentido para a vida em um universo infinitamente complexo e confuso</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/4aw6D5P" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 2</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: Douglas Adams<br /><strong>Editora</strong>: Arqueiro<br /><strong>Páginas</strong>: 173</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 2</em></h3>
<p>A saga de Arthur Dent pelo espaço continua!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Guia do Mochileiro das Galáxias é um companheiro indispensável para todos aqueles que estão interessados em encontrar um sentido para a vida em um universo infinitamente complexo e confuso, pois, ainda que ele não possa de forma alguma ser útil e informativo em todas as questões, ele pelo menos alega, de forma tranquilizadora, que, onde ele está incorreto, ele pelo menos está muito incorreto. Em casos de total discrepância, é sempre a realidade que não pegou o jeito da coisa&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 2 </em>&#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">O teletransporte comanda o segundo volume da série. Para começar, após serem atacados pelos Vogons e invocarem o falecido bisavó de Zaphod Beeblebrox, os cinco amigos foram separados: Trilian, Arthur e Ford ficaram na nave Coração de Ouro; Marvin e Zaphod foram enviados para Beta de Ursa Maior. Seguindo uma voz na cabeça de Zaphod, eles entraram na editora do <strong><em>Guia do Mochileiro das Galáxias</em></strong> à procura de um tal de Zarniwoop. Contudo, Zaphod continuava sendo procurado por toda a galáxia e dessa vez quem o perseguiu foi a patrulha de Frogstar. Após algumas reviravoltas, perseguições, explosões e uma cena hilária com Marvin, o androide paranoide, o prédio em que Zaphod estava foi inteiro retirado do chão e levado para o planeta Frogstar A.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Restaurante no Fim do Universo é um dos acontecimentos mais extraordinários em toda a história dos restaurantes. Foi construído a partir dos restos fragmentários de um planeta em ruínas que se encontra fechado em uma vasta bolha de tempo e projetado em direção ao futuro até o exato momento preciso do fim do Universo.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Adams nos leva, então, para um planeta desértico. Abandonado por conta de um grande domo no centro no planeta chamado Vórtice da Perspectiva Total, capaz de matar qualquer forma de vida apenas mostrando sua insignificância diante da imensidão do universo. Zaphod foi levado ao Vórtice, mas incrivelmente sobreviveu, pois aquela era uma realidade paralela inventada por Zanirwoop, que finalmente apareceu e informou a Zaphod de sua honorável missão, além de colocar algumas dúvidas em sua mente: encontrar o homem que regia o universo.</p>
<p style="text-align: justify;">A nave de Zaphod, com seus novos amigos, estava o tempo todo em seu bolso, reduzida. Diante de tantas dúvidas e com tanta fome, pediram ao computador da nave para serem levados o mais rápido possível à algum restaurante. E o grupo foi levado à um lugar espetacular: um restaurante que funcionava no exato momento em que o universo se extinguia, e que todos os dias, após o fim do universo, retornava para o momento anterior, para que no dia seguinte seus clientes pudessem acompanhar o fim do universo, de novo.</p>
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<p style="text-align: justify;">&#8220;A história de todas as grandes civilizações galácticas tende a atravessar três fases distintas e identificáveis &#8211; as da sobrevivência, da interrogação e da sofisticação, também conhecidas como as fases do como, do por quê e do aonde. Por exemplo, a primeira fase é caracterizada pela pergunta: &#8216;Como vamos poder comer?&#8217;. A segunda, pela pergunta &#8216;Por que comemos?&#8217;. E a terceira, pela pergunta &#8216;Onde vamos almoçar?'&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Guia do Mochileiro da Galáxia &#8211; Volume 2 </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">As confusões foram tantas que eles se viram em uma nave negra que havia sido construída com um único propósito: chocar-se contra um sol durante um show de rock. Novamente, o teletransporte apareceu em cena e os cinco se salvaram milagrosamente. A sátira à humanidade continua, com uma sociedade com descrições que lembram muito o planeta Terra. Inclusive, Arthur e Ford foram enviados exatamente para o planeta Terra dois milhões de anos atrás, junto com uma nave repleta de trabalhadores de segunda classe que estavam fugindo de seu planeta condenado.</p>
<p style="text-align: justify;">Arthur descobriu que aquelas pessoas completamente idiotas e burocráticas foram os antepassados dos seres humanos. Para piorar, os nativos do planeta Terra sabiam qual era a pergunta fundamental para a resposta fundamental, pergunta pela qual todo o Universo estava atrás. Uma pena que esse povo ainda não tinha desenvolvido a comunicação verbal, e entraria em extinção antes de conseguirem se comunicar.</p>
<p style="text-align: justify;">A ironia maior fica por conta de um suposto salvador que apareceu alguns momentos antes do fim do universo, mas chegou atrasado para salvá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que será que os espera na continuação dessa aventura?</p>
<p>A saga completa você encontra aqui:</p>
<ul>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-1/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 1</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-2/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 2</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-3/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 3</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-4/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 4</a></em></strong></li>
<li><strong><em><a href="https://resumodelivro.net/o-guia-do-mochileiro-da-galaxia-volume-5/" target="_blank" rel="noopener">O Guia do Mochileiro das Galáxias 5</a></em></strong></li>
</ul>
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