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	<title>Nazismo &#8211; Resumo de Livro</title>
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	<title>Nazismo &#8211; Resumo de Livro</title>
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	<item>
		<title>O Tratado de Versalhes</title>
		<link>https://resumodelivro.net/o-tratado-de-versalhes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UNESP]]></category>
		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Jacques Becker]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[O Tratado de Versalhes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o término da Guerra, os países vencedores se reuniram para aplicar punições e sanções aos vencidos, principalmente à Alemanha. Elaboraram então o Tratado de Versalhes. Mas este teve uma péssima reputação, pois até hoje o Tratado é considerado o precursor da Segunda Guerra Mundial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <a href="https://amzn.to/3yJZFLZ" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Tratado de Versalhes</strong></a><br /><strong>Autor</strong>: Jean-Jacques Becker<br /><strong>Editora</strong>: UNESP<br /><strong>Páginas</strong>: 224</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Tratado de Versalhes</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Para cada gênero literário existe um leitor aficcionado. E nada enche mais os olhos de quem gosta de História do que uma obra como essa: um livro que descreve os acontecimentos como eles ocorreram, que consegue mostrar ao leitor algo que ele não sabia. A Primeira Guerra Mundial foi um conflito mundial envolvendo, principalmente, países europeus. No livro: <a href="https://resumodelivro.net/a-primeira-guerra-mundial/" target="_blank" rel="noopener"><em><b>A Primeira Guerra Mundial, </b></em></a>eu conto mais sobre as origens desse conflito através da resenha de outro livro. Estima-se que 20 milhões de pessoas perderam a vida nos campos de batalha. </p>
<h4><em>O Tratado de Versalhes</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Após o término da Guerra, os países vencedores se reuniram para aplicar punições e sanções aos vencidos, principalmente à Alemanha. Elaboraram então o Tratado de Versalhes. Mas este teve uma péssima reputação, pois até hoje o Tratado é considerado o precursor da Segunda Guerra Mundial, além de responsável pelo aparecimento do nazismo na Alemanha e do Fascismo na Itália. Isso é verdade? Poderia ter sido de outro modo? É o que o livro tenta explicar.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Dessa paz imposta surgirão novo ódio entre os povos e novos crimes ao longo da história&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O Tratado de Versalhes foi uma conferência de vencedores. Um dos principais aspectos do pós-guerra foi a total marginalização dos vencidos. Grã-Bretanha, França e Estados Unidos, através de Lloyd George, Clemenceau e Woodrow Wilson, respectivamente, foram os principais autores não apenas do Tratado de Paz, mas de todos os movimentos no pós-guerra, que incluem a criação da Liga das Nações (ou Sociedade das Nações) que se tornou a ideia original da futura ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">Não apenas os territórios estavam em jogo, suas populações também foram envolvidas sob o princípio do direito dos povos à autodeterminação. Dessa forma, ao se decidir sobre a partilha do Império Austro-Húngaro, do Império Otomano e das conquistas alemãs, levou-se em consideração a história e a etnia dos povos que aí viviam. Plebiscitos foram organizados para minimizar os danos étnicos, sem prejudicar o lado político e econômico dos aliados. Vale mencionar que o livro é uma aula de geografia europeia, pois todas as disputas territoriais são detalhadas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Era evidente que esse tratado continha o começo de novos conflitos&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">As discussões sobre os itens do Tratado foram acaloradas por conta da personalidade dos três grandes plenipotenciários, que divergiam tanto quanto às sanções que seriam impostas quanto às disputas territoriais. A Alemanha inicialmente se recusou a assinar o Tratado, mas com a pressão interna e externa finalmente em 28 de junho de 1919 aceitou os termos, exatos cinco anos da morte do Arquiduque Sérvio Franz Ferdinand. Outros Tratados foram feitos em separado com os aliados alemães: austríacos, húngaros, sérvios, búlgaros e turcos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O banimento da Alemanha das nações resultou também em uma série de medidas econômicas, coloniais, militares, navais, e cada uma delas feria plenamente o espírito alemão.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O resultado da assinatura do Tratado de Versalhes é conhecido: na Alemanha, as repressões violentas impostas, aliado às sanções econômicas e militares, criaram o cenário perfeito para o surgimento de um nacionalismo exacerbado, onde uma propaganda odiosa e o culto a um grande salvador levou milhões de pessoas à morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Itália, a falta de habilidade do governo em conseguir os territórios pretendidos e o papel secundário assumido na elaboração do Tratado de Versalhes, levou os italianos a acreditarem em um político habilidoso que também apelava para os sentimentos nacionais, e já em 1919 Benito Mussolini assumia o governo italiano. Na Rússia, a Revolução Bolchevique trouxe tanto medo aos países ocidentais que foi deixada de lado para resolver seus próprios problemas, e um cordão sanitário, que ia da Finlândia à Romênia, foi criado para separar a civilidade da barbárie.</p>
<h4><em>O Tratado de Versalhes</em> &#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">O Tratado de Versalhes pode ser considerado o precursor da Segunda Guerra Mundial? Em um certo aspecto: sim. Mas ele poderia ter sido feito de forma diferente? Diante das circunstâncias: não. O que houve foi um julgamento sem o réu. A Alemanha não pôde se defender, e talvez nem deveria. O jogo de cartas marcadas não poderia ter outro desfecho.</p>
<p>Livro excelente.</p>
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		<title>Quero Matar Hitler</title>
		<link>https://resumodelivro.net/quero-matar-hitler/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2023 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Ediouro]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Quero Matar Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Moorhouse]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse livro conta um pouco das principais tentativas de assassinar Hitler. Traz a história, as motivações, a elaboração e a tentativa de homens e mulheres que tentaram pôr fim à guerra matando o seu principal fomentador.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3Rf8oN0" target="_blank" rel="noopener">Quero Matar Hitler</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: Roger Moorhouse<br /><strong>Editora</strong>: Ediouro<br /><strong>Páginas</strong>: 400</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Quero Matar Hitler</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Como é possível que Adolf Hitler tenha escapado de tantos atentados? Essa é a pergunta que fica ao final do livro. Um homem contra boa parte do mundo, com ideias e ideais tão destrutivos que ceifaram a vida de milhões de pessoas antes e durante a Segunda Guerra Mundial. O que chama a atenção é a quantidade de tentativas e planos que foram elaborados por praticamente todas as principais nações que lutavam contra a Alemanha, havia inclusive uma força de resistência alemã que planejava o assassinato. Mas todos se frustraram e o ditador sanguinário sobreviveu até os derradeiros suspiros de sua nação moribunda.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse livro conta um pouco das principais tentativas de assassinar Hitler. Traz a história, as motivações, a elaboração e a tentativa de homens e mulheres que tentaram pôr fim à guerra matando o seu principal fomentador.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As balas da polícia bavariana que haviam desbaratado suas forças em Munique também deram a ele a chance do primeiro encontro com a &#8216;providência divina&#8217;.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ainda em Munique, recém integrado ao Partido Nazista, o jovem Adolf Hitler já sofreria o seu primeiro atentado. Com a tentativa de dar um golpe, em 1923, Hitler se viu na linha de frente de um grupo que sofreu uma saraivada de tiros das forças de segurança da Bavária. E esse é o primeiro de muitos que ainda viriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Já com a Guerra em curso, apesar de todo o aparato de segurança que o rodeava, é digno de nota a tentativa de George Elser. Desiludido com o andamento da Guerra e a possibilidade de ser enviado para o front, Elser elaborou um plano: durante a comemoração do Putsch de Munique em 1939, Hitler faria um discurso. Elser plantaria uma bomba atrás do púlpito e o mataria durante sua fala. Ele se preparou nos mínimos detalhes: construiu a bomba do zero, inclusive com um temporizador para que pudesse fugir; se escondeu todas as noites na cervejaria onde ocorreria o discurso durante um mês para cavar um buraco na coluna que ficava atrás do palco; e ajustou a bomba para explodir no exato momento do discurso de Hitler, mas o ditador fez um discurso de apenas 9 minutos e retornou para Berlim por conta da invasão da Polônia. Se salvou por algumas horas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;De fato, apesar de toda a atenção com os detalhes da segurança, Hitler estava fundamentalmente convencido de que sua guarda pessoal nunca serviria a um propósito prático. Sua crença em &#8216;destino&#8217; o levava a atribuir sua sobrevivência &#8216;não à polícia, mas ao acaso&#8217;.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além disso, em qualquer lugar onde as bombas alemãs caíssem, um grupo de resistência organizava uma tentativa para matar Hitler. Assim foi na Polônia, onde um grupo paramilitar bem organizado conseguiu matar inúmeros oficiais da Wehrmacht e da SS; assim como na União Soviética e na França. A tática inglesa de assassinar Hitler estava baseada na ajuda às resistências europeias, principalmente francesa e belga, através de seus agentes infiltrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um capítulo a parte diz respeito a relação entre Hitler e Stálin. Quando da invasão da União Soviética, Stálin alçou Hitler a seu inimigo número 1, contudo, com o avanço da guerra e a defesa de Moscou e Stalingrado, e o início da ofensiva soviética, Stálin simplesmente fez vista grossa para os planos de matar Hitler. Em sua ótica, com as vitórias do exército soviético, matar Hitler o tornaria um mártir, além de impedir o avanço desejado de Stálin até a Alemanha.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Seu regime de segurança tinha sido formidável, mas não fora infalível. Sua sobrevivência não era resultado, como ele acreditava, da intervenção da providência divina; em vez disso, ela se devia à falta de sorte dos inimigos ou mesmo à sua diabólica sorte.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas o capítulo especial do livro é sobre a tentativa de assassinato mais famosa e a que mais chegou perto do sucesso. O autor conta a vida do capitão Stauffenberg, desde o seu ingresso nas Forças Armadas até a sua desilusão com o regime nazista e seu maior chefe. Toda a trama para colocar uma bomba na sala de mapas no quartel general de Hitler passou por muitas fases. A primeira delas era escolher o assassino, papel pelo qual Stauffenberg estava pronto depois de seu grave acidente e de sua posição como ajudante de ordens que sempre participava de conferências com o Führer. O segundo momento era o pós-atentado, pois um novo governo deveria ser erguido e os velhos políticos mortos. Diversos oficiais do alto escalão se comprometeram com o assassinato.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo transcorreu conforme planejado, mas ao ser apressado Stauffenberg, que possuía apenas 2 dedos de uma mão, não conseguiu montar as 2 bombas que carregava. Com apenas 1 bomba em sua pasta, Stauffenberg entrou na sala e posicionou sua pasta aos pés da grande mesa de mapas. Mas os grossos pés de carvalho serviram como um escudo, e Hitler sobreviveu.</p>
<p style="text-align: justify;">Hitler julgava que a providência divina estava ao seu lado, mas a verdade é que ele teve muita sorte aliada à incompetência de seus assassinos. Com um pouco mais de profissionalismo e talvez hoje não tivéssemos tantas imagens e vídeos cruéis para nos lembrar das maldades nazistas.</p>
<p>Indico o filme <a href="https://filmow.com/operacao-valquiria-t1912/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Valkyrie</strong></em></a>, de 2008.</p>
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		<title>Os Médicos da Morte</title>
		<link>https://resumodelivro.net/os-medicos-da-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Nov 2023 10:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Médicos da Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Philippe Aziz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse livro deve ser visto como um documento histórico consagrado aos horrores da medicina nazista perpetrados durante a Segunda Guerra Mundial. Do contexto social e ideológico que permitiu corromper em absoluto o papel do médico, aos responsáveis pelos atos mais hediondos, esta é uma obra baseada em testemunhos de sobreviventes, confissões de médicos da SS e em milhares de documentos que os nazistas não conseguiram destruir antes da derrota final.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3trrSUZ" target="_blank" rel="noopener">Os Médicos da Morte</a></strong> <br /><strong>Autor</strong>: Philippe Aziz <br /><strong>Editora</strong>: Saída de Emergência <br /><strong>Páginas</strong>: 816</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>Os Médicos da Morte</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Esse livro deve ser visto como um documento histórico consagrado aos horrores da medicina nazista perpetrados durante a Segunda Guerra Mundial. Do contexto social e ideológico que permitiu corromper em absoluto o papel do médico, aos responsáveis pelos atos mais hediondos, esta é uma obra baseada em testemunhos de sobreviventes, confissões de médicos da SS e em milhares de documentos que os nazistas não conseguiram destruir antes da derrota final. Ao longo de mais de 800 páginas o autor nos mostra o lado mais cruel de uma guerra, o lado mais cruel de um regime que impôs pela força sua vontade, o lado em que pessoas inocentes não apenas morreram sem motivos, mas sofreram sem motivos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A organização da medicina nacional-socialista, que não passou, na maior parte das vezes, de uma indústria da morte, foi fundada sobre princípios claros. A sua intenção primeira, o seu objetivo mais profundo era servir a Raça.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">As atrocidades cometidas em nome da Raça, seja nos campos de concentração, seja no campo de batalha, são por vezes conhecidas do público. Mas como funcionava essa máquina da morte? Basicamente, o serviço de saúde da Alemanha nazista era comandada por médicos militares das fileiras da SS, a polícia do Estado comandada por Heinrich Himmler, e serviam aos propósitos de seu comandante. Assim, todos os médicos que assumiam responsabilidades dentro do Estado nazista tinham, necessariamente que, não apenas tomar ciência dos atos, mas ser totalmente coniventes e concordar com as diretrizes estabelecidas e os planos para colocar tudo isso em prática.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nos campos, os médicos SS abandonam todas as suas ambições terapêuticas. Para que servem? Todo aquele gado está, de uma maneira ou de outra, condenado à morte. Em Auschwitz, a ciência médica só serve para designar aqueles que ainda podem produzir trabalho. A sua única função oficial é a de seleção.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O autor nomeia inúmeros médicos que estiveram na vanguarda das primeiras decisões sobre os presos políticos e os &#8216;indesejáveis&#8217; do regime. Um deles é Karl Brandt, médico da comitiva de Hitler, que estava sempre junto da cúpula do governo Nazista. É de sua responsabilidade tornar possível o programa de eutanásia. Já antes da guerra, os insanos e deficientes eram vistos como um estorvo social, eram bocas inúteis a serem alimentadas. Brandt foi um dos que permitiu que milhares de deficientes, mentais e físicos, fossem assassinados a sangue frio, com uma injeção de morfina no coração. Além dele, vários outros médicos concordaram com o programa de eutanásia, sem nenhum peso na consciência.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O ideal do médico nazi já não é ajudar o homem, mas ajudar a raça eleita, a raça ariana, a dominar as raças ditas inferiores. O juramento de Hipócrates está caduco.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Outras dezenas de médicos mancharam suas mãos de sangue inocente nos campos de concentração. O autor traz em pormenores incontáveis experiências com presos. Uma das partes do livro é sobre o monstro de Auschwitz, Dr. Joseph Mengele (mais sobre esse personagem pode ser visto no livro Mengele). A frieza com que selecionava quem iria morrer nas câmaras de gás, quem teria uma sobrevida de trabalhos forçados e quem serviria para seus experimentos é abominável em qualquer ser humano, ainda mais em um médico. Já outros experimentos, contados em detalhes, trazem ao leitor um sentimento de vazio, pois é muito difícil ler os relatos e tentar esboçar algum pensamento. Ficamos apenas com a imensidão do vazio em nossa mente.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Penso poder afirmar que cada moral depende de um princípio filosófico, e que cada princípio filosófico depende da sua época, da situação nela vigente e da escala de valores que essa época tenha imposto a si própria.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas o livro não traz apenas o relato das atrocidades e o necessário julgamento e condenação desses médicos. O autor também levanta a legitimidade dos julgamentos que ocorreram no pós-guerra, com vários questionamentos que foram usados pela defesa dos acusados. Apesar de serem crimes indeléveis, que justiça nenhuma pode perdoar, vários fatos foram levantados que deixam, no mínimo, um momento de reflexão. São citados os experimentos feitos nos Estados Unidos e em outros países da Europa, com presos políticos antes da guerra com extensa documentação. Além disso, um questionamento que está na base de quase todos os médicos: o piloto que carregava a bomba atômica é um assassino?</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que dentro do universo médico da Alemanha nazista apenas uma pequena parcela aceitou participar dos experimentos, todos eram assassinos, pois não há desculpa ou motivos para usar alguém que não pode se defender, em prol de qualquer que seja a intenção. São criminosos de guerra e precisavam ser punidos como tal. Alguns foram enforcados, outros fuzilados, alguns ficaram presos por décadas, mas o monstro Mengele inacreditavelmente conseguiu fugir. Esse é um livro obrigatório para se entender os experimentos nazistas, pois o autor vai além do relatos dos experimentos, ele apresenta as mentes por trás de tais atrocidades. Um livro para corações fortes, mas indispensável.</p>
<p>Indico o filme clássico <a href="https://filmow.com/a-lista-de-schindler-t1757/#lndtqatzjj9c1q4gm3h" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Schindler&#8217;s List</strong></em></a>, de 1993.</p>
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<p style="text-align: justify;">Se você chegou até aqui e gostou da resenha, adquira a obra através do link abaixo e apoie o Resumo de Livro.</p>
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<h4 style="text-align: center;"><strong><a href="https://amzn.to/3trrSUZ" target="_blank" rel="noopener">Os Médicos da Morte</a></strong></h4>
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<p>Até a próxima!</p>
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		<title>O Carrasco de Hitler</title>
		<link>https://resumodelivro.net/o-carrasco-de-hitler/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2023 21:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Cultrix]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[O Carrasco de Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Reinhard Heydrich]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Gerwarth]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo biográfico de grande nomes da história nos proporciona um estudo mais profundo sobre o ser humano. Acompanhar o pensamento e as ações de alguns personagens nos dá o vislumbre de uma época. E não é diferente com esse livro que repassa a vida de um dos mais sádicos e mortais arquitetos do terror nazista: Reinhard Heydrich.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3ZK1the" target="_blank" rel="noopener">O Carrasco de Hitler</a></strong> <br /><strong>Autor</strong>: Robert Gerwarth <br /><strong>Editora</strong>: Cultrix <br /><strong>Páginas</strong>: 651</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Carrasco de Hitler</em></h3>
<p style="text-align: justify;">O estudo biográfico de grande nomes da história nos proporciona um estudo mais profundo sobre o ser humano. Acompanhar o pensamento e as ações de alguns personagens nos dá o vislumbre de uma época. E não é diferente com esse livro que repassa a vida de um dos mais sádicos e mortais arquitetos do terror nazista: Reinhard Heydrich. Ele foi responsável pela morte direta ou indireta de centenas de milhares de pessoas: judeus em sua maioria, ciganos e adversários políticos.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro faz um apanhado da vida de Heydrich desde antes de seu nascimento. Percebemos que sua família era abastada e seu pai era um importante músico local. Heydrich foi criado dentro de uma família de classe média alta com boa educação. E sua vida estava bem encaminhada como futuro dono do reformatório de música da família até a eclosão da Primeira Guerra Mundial.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;De 1919 em diante &#8211; primeiro em Halle depois na marinha e finalmente na SS &#8211; Heydrich foi cercado por um ambiente político em que a disposição de usar a violência contra uma série de inimigos tornava-se, cada vez mais, um denominador comum.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O mundo pós-guerra é de vital importância para entendermos não apenas Reinhard Heydrich, mas muitos outros personagens da Segunda Guerra e o ambiente que proporcionou o holocausto que estava por vir. A fome, o desemprego e a convulsão política na Alemanha dos anos 1920, agravada pela crise de 1929, embrionou os pensamentos mais radicais e criou os personagens mais sanguinários da história da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O alemão médio foi sendo ensinado que a sobrevivência de seu país, e numa escala reduzida a sobrevivência de si próprio, era uma eterna luta de vida ou morte contra inimigos reais: comunismo, monarquismo, capitalismo e o judaísmo. Os inimigos foram sendo mapeados, nomeados e apontados. Cabia ao povo alemão escolher a forma de combatê-los, precisando para isso de um &#8216;salvador da pátria&#8217;.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Como chefe do vasto aparelho de polícia política e criminal, que se fundiu com o poderoso serviço de inteligência da SS, formando o Escritório Central de Segurança do Reich (RSHA) em 1939, Heydrich comandou um considerável exército espião de oficias da Gestapo e do SD diretamente responsável pelo terror nazista doméstico e nos territórios ocupados,&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse momento da história que Heydrich, que havia sido expulso da Marinha por má conduta diante do tribunal militar, conheceu Lina, sua futura esposa. Em busca de algum emprego para poder sustentar sua futura esposa, Heydrich foi apresentado à SS (Schutzstaffel &#8211; tropa paramilitar de elite). É importante salientar que Heydrich, até esse momento, era uma pessoa apolítica, sendo incluído nos círculos do partido nazista pela influência da família de sua esposa que era extremamente partidária dos ideais nazistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo um homem extremamente disciplinado e competente em tudo o que fazia, logo Heydrich se enquadrou no estereótipo perfeito do soldado ideal da SS. Louro, alto, de olhos azuis, com ascendência ariana pura, esportista, religioso, casado com outra ariana e pai, Heydrich se encaixava perfeitamente nos requisitos nazistas e Himmler logo viu nele o elemento que faltava para por em prática seus planos mais diabólicos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nunca foi um homem de ideias &#8211; não era um visionário distópico como Hitler ou Himmler &#8211; mas foi um organizador de terror extremamente talentoso, que combinava uma rara percepção da fraqueza humana com a capacidade de se cercar de uma equipe técnica e administrativa muito capaz.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Após o início da guerra em 1939, Heydrich colocou em prática seus planos para a germanização da Europa e o expurgo de todos os elementos indesejáveis do Reich para colônias no Leste. Comandando um verdadeiro grupo de assassinos, Heydrich estendeu o terror por todos os territórios ocupados pelos nazistas na Europa. A princípio com expulsões, mas logo partindo para execuções sumárias e assassinatos em massa, o aparelho de morte criado por Heydrich culminou, após a sua morte, com as câmaras de gás nos campos de concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">Heydrich foi assassinado no protetorado da Boêmia e Morávia (atual República Tcheca) por dois paraquedistas tchecos que efetuaram um atentado contra o carro que ele utilizava para ir de sua casa para o seu local de trabalho. Para punir o povo tcheco pelo atentado, a cidade de Lídice foi queimada e todos os seus habitantes foram mortos. A escalada do mal dos nazistas ficou longe de terminar com a morte Heydrich.</p>
<p style="text-align: justify;">Indico o filme <em><a href="https://filmow.com/os-carrascos-tambem-morrem-t33001/" target="_blank" rel="noopener">Hangmen Also Die!</a></em>, de 1943, baseado no atentado contra Heydrich ocorrido em 1942.</p>
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<h4 style="text-align: center;"><strong><a href="https://amzn.to/3ZK1the" target="_blank" rel="noopener">O Carrasco de Hitler</a></strong></h4>
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		<title>No Bunker de Hitler</title>
		<link>https://resumodelivro.net/no-bunker-de-hitler/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 10:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Joachim Fest]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[No Bunker de Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Objetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Joachim Fest consegue nos dar uma real noção do ambiente sufocante e opressor do bunker construído a mando de Hitler, a 10 metros abaixo da Chancelaria, e que serviu como seu mausoléu.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/3Zkd0nB" target="_blank" rel="noopener">No Bunker de Hitler</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: Joachim Fest<br /><strong>Editora</strong>: Objetiva<br /><strong>Páginas</strong>: 143</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>No Bunker de Hitler</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Esse livro trata dos últimos dias de Adolf Hitler. Mais precisamente o que supostamente ocorreu no bunker, embaixo da Chancelaria do Reich, onde Hitler e seu séquito mais íntimo passou os últimos dias do Reich que deveria durar mil anos. O autor conta, no início do livro, da dificuldade de encontrar fontes e testemunhas fidedignas dos acontecimentos. Os documentos, quando não se perderam, foram enviados para Moscou e ficaram presos até pouco tempo. As testemunhas, as que conseguiram sobreviver, foram também enviadas para Moscou ou apresentavam versões que conflitavam entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dessa dificuldade, Joachim Fest consegue nos dar uma real noção do ambiente sufocante e opressor do bunker construído a mando de Hitler, a 10 metros abaixo da Chancelaria, e que além de servir como abrigo diante dos massivos ataques russos à capital, também serviu como mausoléu para muitos dos seguidores de um dos piores regimes ditatoriais da história da humanidade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Hitler passou aqueles meses finais da guerra no bunker que ele havia mandado construir no início da década de 1940. Dali, de uma profundidade de quase 10 metros, ele comandava exércitos há muito abatidos e ordenava batalhas decisivas que jamais seriam travadas.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um traço importante do relato é o perfil do ditador. Segundo a maioria das testemunhas, nas duas semanas anteriores à sua morte, Adolf Hitler em nada parecia com o ditador enérgico e saudável de outrora. Andava curvado, próximo às paredes, com o uniforme e o cabelo em desalinho, com olheiras profundas e a boca suja de bolo. Mal conseguia segurar a tremedeira que havia acometido todo o seu lado esquerdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suas conferências com os generais da linha de frente, que dia após dia se aproximava de Berlim, Hitler delirava sobre exércitos inexistentes e forças de reserva fictícias que viriam ao seu resgate e libertariam a capital do Reich. Dentro de sua loucura, a destruição de Berlim se prestava ao seu objetivo de construir sobre essas ruínas a maior e mais opulenta cidade do mundo contemporâneo. Nem mesmo os mais íntimos generais eram capazes de trazer ao ditador a realidade nua e crua que se acercava.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Parecia que o próprio Hitler era o mais afetado pelo cotidiano numa caverna a 10 metros de profundidade. Tudo, nele, tornara-se ainda mais patente: sua pele, que já era viscosa havia anos, as feições ultimamente intumescidas, e as bolsas escuras e inchadas sob os olhos. Bastante curvado e com movimentos estranhamente oscilantes, ele andava muito próximo às paredes do bunker, como se procurasse apoio.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quando a consciência do fim se apoderou do Fuhrer, a decisão de ficar e sucumbir junto com a cidade foi tomada diante de inúmeros pedidos para que Hitler fugisse. Apesar do clima de desespero, muitos foram aqueles que ficaram até o final. Suas secretárias mais próximas, sua conzinheira, alguns militares de baixa patente, o chefe do partido, Martin Bormman, e o ministro da propaganda Joseph Goebbels junto com sua esposa Magda e os seus seis filhos. Além de sua companheira, Eva Braum, com quem se casou em cerimônia particular realizada em seus aposentos no bunker em 29 de abril de 1945.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a decisão de suicídio tomada, em 30 de abril de 1945, Hitler e Eva se recolheram e um tiro foi ouvido. Seguindo as ordens expressas do Fuhrer, ajudantes recolheram os corpos e os queimaram no jardim destruido da Chancelaria com uma quantidade enorme de gasolina. Seguiu-se o suicídio de vários ocupantes do bunker, entre eles Goebbels e toda a sua família. Os que ainda estavam vivos resolveram fugir pelos túneis do metrô para fugir dos russos que se encontravam a apenas 2 quadras de distância.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Num rompante jamais testemunhado por qualquer um dos presentes, Hitler pulou de sua poltrona, atirou sobre a mesa, com um movimento encolerizado, os lápis de cor que sempre mantinha consigo durante os informes e começou a gritar. A sua voz débil e sem vida das últimas semanas recobrou, mais uma vez, algo da sua força original. Procurando palavras de protesto generalizado contra o mundo, a covardia, a infâmia e a infidelidade que havia por todos os lados. Ele injuriou os generais e a contínua resistência com a qual sempre fora confrontado; há anos estaria rodeado de traidores e perdedores.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No dia 2 de maio de 1945, os primeiros a chegar ao bunker foram os russos, preocupados em encontrar bebidas e mulheres para saciar os seus piores desejos. Muitos dos fugitivos do bunker morreram na tentativa de fuga, outros tiveram mais sorte e conseguiram sobreviver. Berlim se tornou uma cidade arrasada, os últimos combatentes nazistas cometiam suicídio ou eram feitos prisioneiros, mulheres de todas as idades eram violentadas diariamente, o povo alemão iniciava um dos piores momentos de sua história.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das personagens desses acontecimentos que sobreviveu foi a secretária de Hitler, Traudl Junge, que com seu relato ajudou o autor no desenvolvimento desse livro e colaborou para a produção do excelente filme que foi feito baseado nesse livro: <a href="https://filmow.com/a-queda-as-ultimas-horas-de-hitler-t4287/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Der Untergang</strong></em></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Livro incrível e impactante.</p>
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<p style="text-align: justify;">Se você chegou até aqui e gostou da resenha, adquira a obra através do link abaixo e apoie o Resumo de Livro.</p>
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<h3 style="text-align: center;"><strong><a href="https://amzn.to/3Zkd0nB" target="_blank" rel="noopener">No Bunker de Hitler</a></strong></h3>
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<p>Até a próxima!</p>
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		<title>O Pavilhão dos Padres</title>
		<link>https://resumodelivro.net/pavilhao-dos-padres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 10:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Campos de Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Guillaume Zeller]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pavilhão dos Padres]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro nos mostra os horrores sofridos pelos religiosos no campo de concentração de Dachau. Sua resiliência em aceitar os desígnios de Deus e todo o poder de sua fé. Os religiosos de Dachau souberam confiar e acreditar Naquele que seria o único capaz de aliviar o sofrimento. Souberam também perdoar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left;"><strong>Título</strong>: <strong><a href="https://amzn.to/45hyPpp" target="_blank" rel="noopener">Pavilhão dos Padres</a></strong><br /><strong>Autor</strong>: Guillaume Zeller <br /><strong>Editora</strong>: Contexto <br /><strong>Páginas</strong>: 240</p>
<h3 style="text-align: center;">Resumo do livro <em>O Pavilhão dos Padres</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao pensar na tragédia do Holocausto, logo nos vem à mente o sofrimento causado a milhões de judeus. Além disso, lembramos dos milhares de russos, poloneses, eslavos, ciganos e homossexuais. Mas para além desses grupos, aproximadamente 3500 religiosos, entre padres, sacerdotes e pastores, também sofreram com as prisões, humilhações e os assassinatos dos Campos de Concentração. Baseado nos relatos dos sobreviventes e nos autos dos processos que se seguiram à libertação dos campos, esse livro traz luz sobre um assunto quase esquecido.</p>
<h4><em>O Pavilhão dos Padres</em> &#8211; História</h4>
<p style="text-align: justify;">Já na década de 1930, após a ascensão do nazismo na Alemanha e a sua escalada de poder, com a ocupação da Renânia, dos sudetos e da Áustria, se iniciou também o aparato de censura, perseguição e eliminação de qualquer crítico do sistema, incluindo os religiosos. A princípio, esses religiosos eram enviados às prisões comuns para interrogatório e para os nascentes campos de concentração.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No entanto, quem sabe que, dos trinta pavilhões de Dachau, dois a três são permanentemente ocupados por membros da Igreja de 1940 a 1945? Elites polonesas, opositores políticos alemães, austríacos ou tchecoslovacos, resistentes belgas, holandeses, franceses, luxemburgueses ou italianos&#8230; De todas as nações e de todas as idades, sacerdotes são aprisionados atrás dos arames farpados de Dachau, em decorrência de um acordo forçado pela diplomacia do Vaticano ao Reich.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento no número de religiosos presos e os problemas diplomáticos com o Vaticano causados por essas prisões, houve um acordo entre a Santa Sé e o Terceiro Reich. Uma das proposições era para que os religiosos, católicos ou não, fossem enviados para um único local, que tivessem bom tratamento e que fossem respeitados naquilo que se entendia como liberdade de culto. Na prática só a primeira cláusula foi seguida, e Dachau, um dos maiores campos de concentração da Alemanha Nazista, foi o local escolhido para receber todos os religiosos presos pelo regime.</p>
<p style="text-align: justify;">3 dos 30 pavilhões de Dachau foram separados para eles. Antes dos conflitos começarem, em 1939, os padres gozavam de alguma liberdade, para celebrar missas e manter vestimentas e paramentos religiosos. Contudo, com o aprofundamento da Guerra e um influxo cada vez maior de religiosos de todas as partes da Europa, foram tratados como todos os seres humanos que viviam dentro da cerca dupla de Dachau: como se fossem a escória da humanidade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Além das vestimentas, ele entregam também seus objetos religiosos, bíblias, missais, medalhas e rosários. Totalmente despidos, são barbeados da cabeça ao púbis, inclusive as axilas, com navalhas rudimentares que arrancam os cabelos e os pelos. Outros prisioneiros são encarregados de os besuntar com cresol, um desinfetante poderoso. Nas mucosas genitais e nas zonas que acabam de ser raspadas, esse produto provoca fortes queimaduras que levam os homens a se curvar de dor. A sessão termina com um banho de chuveiro coletivo &#8211; com água fervente ou glacial.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Logo na chegada, os religiosos eram despidos, raspados e desinfetados. Recebiam um uniforme listrado e tamancos de madeira. Eram entulhados em barracões insalubres e com péssimas condições sanitárias. Sofriam humilhações e agressões diárias, dos guardas da <em>SS</em> e dos <em>Kapo</em>, também prisioneiros, mas com regalias que a responsabilidade atribuída pelos alemães os tornavam mais cruéis do que estes. Na hora da contagem diária dos presos, que ocorria mesmo em temperaturas negativas, os religiosos com idade avançada eram amparados pelos mais novos. Uma simples diarreia levava a óbito em questão de dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Os religiosos sofriam calados, amparados pela sua fé. Suportavam a humilhações e xingamentos em troca da possibilidade de rezar uma missa. Na epidemia de tifo que assolou Dachau entre 1942 e 1943, numerosos padres se voluntariaram para ficar com os doentes nos barracões lacrados. Mesmo sabendo da morte certa, padres e sacerdotes foram voluntários para levar conforto espiritual e ajudar nas chagas provocadas pelo tifo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A intenção aqui não fazer uma reflexão sobre a influência da Graça, mas é impressionante constatar que, ao invés de revoltar a maioria dos sacerdotes, religiosos e seminaristas contra Deus, o horror de Dachau se torna, ao contrário, superável graças à sua fé Nele, mesmo se questões e até mesmo dúvidas, surjam inevitavelmente.&#8221;</p>
</blockquote>
<h4><em>O Pavilhão dos Padres </em>&#8211; Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">O livro nos mostra os horrores sofridos pelos religiosos no campo de concentração de Dachau. Sua resiliência em aceitar os desígnios de Deus e todo o poder de sua fé. Apesar de serem humanos e sofrerem como humanos, a fé em um poder superior capaz de apaziguar e acalmar seus corações realmente salvou os religiosos, seja na sobrevivência àqueles horrores, seja na certeza de uma paz eterna após a morte. Os religiosos de Dachau souberam confiar e acreditar Naquele que seria o único capaz de aliviar o sofrimento. Souberam também perdoar.</p>
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<p style="text-align: justify;">Se você chegou até aqui e gostou da resenha, adquira a obra através do link abaixo e apoie o Resumo de Livro.</p>
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<h3 style="text-align: center;"><strong><a href="https://amzn.to/45hyPpp" target="_blank" rel="noopener">Pavilhão dos Padres</a></strong></h3>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Até a próxima!</p>
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